27 de março de 2009

Novo Curta de Pedro Almodóvar no Youtube

Durante as filmagens de “Abrazos Rotos” (que estreou no dia 18 de março na Espanha e só Deus sabe quando vai passar por aqui) o diretor Pedro Almodóvar dirigiu um curta que já está bombando na internet.

O curta “La Concejala Antropofaga” mostra a atriz Carmen Machi, (que interpreta Chon, a mesma personagem que faz em “Abrazos”) apresentando sua visão bastante peculiar dos prazeres da vida.

Abaixo, o vídeo , com legendas em português, traduzido no YouTube pelo grupo de artistas gaúchos VirtuComete.


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* Dica que saiu do Ilustrada no Cinema

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Prayer for Bobby (EUA, 2009)

“Prayer for Bobby” é um filme que narra a história de uma mãe que percebe, tarde demais, que o amor incondicional por seu filho gay era muito mais importante do que a sua fé, em um Deus vingativo e homofóbico.

Baseado numa história verídica, detalhada em 1995 no livro “Prayers for Bobby: A Mother's Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son”, da jornalista (e ativista da causa gay) Leroy Aarons, o filme conta com a inegável tour force de Sigourney Weaver, que traz a tela, uma mãe devastada, com uma crua intensidade e paixão.

O filme tem o cuidado de não atravessar a linha maçante do melodrama, tornando-se um raro exemplo de filme que pode realmente fazer a diferença na vida de vários pais, que entram em confronto com seu filho gay, na tentativa de tentar entender seu estilo de vida.

Para alguns, a fita pode parecer datada (a história se passa em 1979 e abrange cerca de três anos), porém, infelizmente, a compreensão quanto à homossexualidade ainda é algo discordante e atual. A controvérsia impulsionada pelo recente Proposition 8, está aí e não me deixa mentir.

Sigourney é fantástica. Ela é capaz de capturar a essência desta mãe, de modo sincero, onde fica difícil não ficar tocado. Ela é o retrato fiel da negação de uma mãe, que não consegue aceitar algo que sempre acreditou, e foi lhe ensinado, como sendo um terrível pecado. É tocante ver a sua transformação, após o suícidio de Bobby, que a força a olhar para uma verdade, até então desconhecida, e para sua responsabilidade diante do acontecido.

Também há algo a ser dito sobre o desempenho de Ryan Kelley. Seu Bobby é construído com uma sensibilidade latente, de muito caráter, inocência e bondade, que acaba destacando, ainda mais, toda a tragédia dessa história.

É o amor que sentimos por Bobby que torna o filme fantástico e inesquecível.

Mais informações sobre o filme aqui


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O filme (na verdade um telefilme) estreiou no dia 24 de janeiro nos EUA, como ainda não temos previsão de quando ele chega por aqui, segue aqui um link para o mesmo (torrent e legenda) pra vocês assistirem.

(viram como eu sou bonzinho? hehe)

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Lista com 406 Bandas que utilizam o Twitter


O site COED Magazine fez uma compilação de 406 bandas que utilizam o Twitter (ainda não sabe o que é o Twitter? Então clique aqui), onde constam vários músicos, cantores, DJs e , claro, bandas.

Como a lista é bem extensa, com certeza, vai ter um monte de bandas que você nunca ouviu falar em meio àquelas que são de suas preferência. São tantas contas do twitter que você, provavelmente, vai ter de dar uma pausa antes de chegar o fim..hehe

A lista completa está aqui. ENJOY!

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Já imaginou Matrix rodando no Windows?



* Enviado pela Rosanina por e-mail

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26 de março de 2009

Antigas Idéias, Novos Ideais



* Saiu da
Revista Piauí

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Silvetty Montilla Na Globo

Segundo o blog Olhar Masculino, a drag queen mais famosa de São Paulo, Silvetty Montilla, gravou participação no seriado “Toma Lá Dá Cá”da rede Globo. O convite partiu do autor, roteirista e ator da atração, Miguel Falabella.

No episódio, que será exibido na segunda semana do mês de abril, Silvetty faz um Sheik, onde, no final, haverá uma grande festa com outras drags.

Silvetty não sabe se vai fazer outros trabalhos na emissora, mas "torce" para que aconteça. Após gravar o episódio conversou com Miguel Falabella, que disse "que a parceria não vai ficar por aí".

Vamos torcer pra que isso aconteça!

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25 de março de 2009

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Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo.

Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação.

Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.

A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

Caio Fernando Abreu

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SOBRE A DIVERSIDADE

O dicionário define a palavra 'diversidade' como variedade, diferença, oposição e contradição. Mas, ainda existem estas dessemelhanças?.

Vêem-se todos os dias enxurradas de capas de revistas e programas de TV dizendo como ficarmos igual a este ou àquela personagem ou personalidade. São receitas prontas de como termos um corpo e visual da "moda", com a promessa de podermos nos sentir agrupados a um mundo que pede uma padronização de sensações sejam elas de ordem psicológica e/ou cultural.

Seria isto realmente importante? Precisamos seguir padrões pré-estabelecidos para nos sentirmos aceitos e parte de um determinado grupo? Estamos extinguindo a diversidade para tomarmos nossa parcela em uma sociedade sempre ambígua em sua hipocrisia?

A maneira mais eficaz de crescer, tanto no aspecto intelectual quanto emocional, reside, principalmente, na valorização das diferenças entre as pessoas. Aprender um pouco mais a cada dia e estabelecer relações positivas no trabalho e na vida pessoal, só é possível a partir da troca de informações e experiências. Ambas são baseadas na comunicação, que nem sempre é bem desenvolvida. Esta situação é responsável por boa parte da frustração e angústia de nossos dias.

É importante lembrar que, nos dias atuais, aceitar a inclusão e respeitar a diversidade não é mais uma opção. É um compromisso, uma ação educativa necessária, resultado de pesquisas, conhecimentos e experiências acumuladas nos últimos tempos, que colocam em evidência alguns pontos a serem considerados quando se pretende desenvolver uma educação inclusiva na sociedade.

Em relação aos direitos fundamentais da pessoa humana, somos todos iguais, ou seja, podemos ser e somos diferentes, mas nem por isso desigual. Mesmo porque, podemos ser diferentes, mas não vivemos sozinhos e, aliás, somos mais felizes quando não somos sozinhos. Nossas diferenças, por maiores que sejam, estão em permanente interação com os outros e suas diferenças, fortalecendo a idéia de igualdade e de democracia exatamente para que possamos viver juntos e construirmos, nessa interação, um projeto de vida, de família, de comunidade, de nação ou de humanidade, ainda mais neste mundo cada vez mais globalizado, tempo das redes, da comunicação, da macro-transição.

É um jeito de pensar, de ser e de agir que é construído com base nas condições concretas de existência que nos são dadas ou impostas e sobre as quais realizamos escolhas, fazemos nossas opções cotidianas e fundamentais, ampliando nossa liberdade e bem-estar ou reduzindo-os, conforme o estrago que o pensamento dominante causa em nossos mapas mentais, nossas crenças, valores, paradigmas e interesses ou desejos. Podemos transcender aquilo que nos foi dado, podemos tomar nas mãos a própria história e conceber a nós mesmos de uma maneira mais positiva, projetando nosso futuro com uma liberdade e um bem-estar ampliados.

Valorizar a diversidade, além de ser uma atitude corporativa das melhores, é também uma necessidade e, por conseqüência, um bom negócio. Valor é aquilo que pesa na hora de tomarmos uma decisão, aquilo que tem significado e, por isso mesmo, torna-se uma prática, uma ação, uma atitude concreta a favor de algo e contra algo. Como a diversidade é um valor, há empresas aqui e no mundo que estão promovendo a diversidade em todas essas relações, buscando uma maneira de realizar os seus negócios de um jeito que respeite e até incentive as diferenças, fazendo com que elas concorram para melhorar os resultados, a relação com a sociedade e a própria vida em sociedade.

Portanto, não tema e seja você mesmo, valorize você também aquilo que o torna especial e único. Mais do que a sua cor de pele ou a sua orientação sexual (ou as duas características juntas numa só pessoa) é a sua bagagem, a sua experiência, o olhar peculiar que você possui que está sendo valorizado para construir, a partir das diferenças respeitadas e incentivadas, acolhidas e garantidas, um mix que gera essa sinergia e promove o seu sucesso, o sucesso dos negócios e uma sociedade, enfim, bem-sucedida.

A diversidade como valor fortalece e se fortalece com o movimento de responsabilidade social corporativa porque, além de tudo, está identificada com os interesses legítimos da sociedade e contribui para a superação de desigualdades intoleráveis geradas pela discriminação arbitrária, sem justificativa, injustas, portanto. As discriminações positivas, ou seja, aquelas que ajudam a corrigir as desigualdades históricas e persistentes que todos construímos (herdando ou mantendo) são bem-vindas num ambiente que valoriza a diversidade.

A beleza está no diferente, na surpresa, no inevitável. Pensamentos dissonantes trazem riqueza de colaborações intelectuais. Diversidade traça novos caminhos. Desenha estradas. Traças novas rotas. Dá-nos opção de decidir e nos obriga a desenvolvermos senso critico para deixarmos de sermos simples marionetes manipuladas para andarmos com nossas próprias pernas.

Diversidade aplica-se à formação, forma de pensar, estado civil, enfim, todas as diferenças que possam ser identificadas entre os indivíduos. Criamos dessa forma, uma consciência circular das coisas, pessoas e situações, todas elas amarradas entre si. Buscamos opiniões de terceiros que confirmem nossas crenças e demonstrem que as dos outros são insustentáveis e, conseqüentemente, ruins. A sensação de estarmos certos só pode valer como opinião, nunca como certeza ou verdade absoluta. É preciso estar alerta para o fato de que, nas questões de julgamento, estamos submetidos a interesses internos que nos justificam antes que possamos ser imparciais.


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13 de março de 2009

PARA UMA SEXTA-FEIRA BEM HUMORADA


* Saiu do Chongas

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10 de março de 2009

EXISTENCIAL

Agora estou afim de uma discussão cabeça.

Há muito tempo atrás, assistindo ao filme Waking Life (muito bom por sinal), o mesmo tratava de um assunto - dentre os muitos abordados - que acabou despertando meu interesse: O Existencialismo.

Comecei a querer entender um pouco mais sobre o assunto e tentei conhecer, nem que superficialmente, sua definição.

Quando se fala de existencialismo - numa explicação mais simplória - é querer dar rumo à existência, de ser responsável por nossas decisões e o trajeto que ela deve tomar. Escolher se eu durmo agora ou daqui a 10 minutos é uma questão tão existencialista quanto se eu devo fazer vestibular para gastronomia ou geografia.

É aquele cuja preocupação é a reflexão concreta. Da qual o homem é construtor do seu próprio destino, de que somos livres quando temos consciência de que somos nós mesmos que construímos a nossa vida e quando estamos à revelia de fatores externos que de alguma maneira possa influenciar no caminho que seguiremos, como, por exemplo, a sociedade capitalista, o poder econômico, a mídia, etc.

Sartre, um dos mais famosos defensores desta corrente, dizia que "o homem está condenado a ser livre” e que somos livres quando temos consciência de que nós mesmos que construímos a nossa vida, onde não há espaço para destino ou coisas parecidas e que somos mais do que responsáveis por aquilo que construímos.

Esta liberdade, em uma de suas facetas, como sendo o desprendimento das opiniões de terceiros, e sim o encontro entre seu ser "livre" e a realidade. Com isso, forma seus próprios conceitos, sendo assim autêntico.

O fundamento desta “liberdade” consolida-se num tripé de consciência, engajamento, autenticidade. A consciência é inata a todos os homens, independentemente de que sejam considerados autênticos ou não. Já o engajamento é uma condição justaposta à consciência (coletiva ou subjetiva), é a manifestação da liberdade no seu sentido pleno (consciência da consciência), revelando a condição de ser autêntico (aquele que tem consciência da própria liberdade).

Enfim, o fato de sermos condenados a esta liberdade nos traz um sentimento de libertação e ao mesmo tempo de responsabilidade. De que precisamos dar um basta de sempre querer culpar alguém por nossas escolhas. O sistema, a sociedade pode influenciar, mas jamais deve determinar uma escolha.


Mas..... somos livres para ser livre?


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6 de março de 2009

PARA O FIM DA HOMOFOBIA

O BHY que alertou:

Em 2001, a Deputada Federal, Iara Bernardi, criu um projeto de lei que criminaliza a homofobia, e iguala a discriminação por orientação sexual ao racismo, onde apenas no fim 2006, o projeto foi encaminhado para o Senado. (mais informações sobre o projeto aqui)

Para deixarmos bem claro como é importante que tal lei seja aprovada, o Grupo Arco-Íris lançou, na 13ª Parada Gay do Rio de Janeiro em outubro de 2008, uma petição para acumular 1 milhão de assinaturas de adesão ao projeto de lei.

Até agora, pouco mais que 30 mil pessoas preencheram o formulário com seu nome, e-mail, RG e CPF, porém precisamos de mais de 960.000 assinaturas.


Ajude na divulgação e fale para os seus amigos! Para assinar, clique no banner.




Para colocar o banner da campanha no seu site/blog, copie e cole o código abaixo:




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MANUAL DOS PSEUDO CULTS

Tornou-se um fato, a moda agora é ser cult. O problema é que a maioria das pessoas não conseguem e, no máximo, chegam a ser um pseudo cult. É algo que vai do norte ao sul do país e do mundo. Todos querem ser admiradores dos filmes vanguardistas-experimentais-setentistas do Godard e amantes da literatura introspectiva-niilista-pós-modernista de Clarice Lispector.

Afinal, para ser um cult, você precisa ter conteúdo cult. O problema é que adquirir cultura é cansativo, você tem que ler, estudar, se envolver com gente cult... por isso, para poupar pretendentes a serem cults que não sabem por onde começar, trago para vocês o Manual de Como Ser (Pseudo) Cult.

Com pequenos passos que podem ser seguidos até pelos amantes da Mulher Melancia e dançarinas do Créu, vou ensinar você leitor esperto a como carregar o título de cult, ou alternativo, ou underground, ou indie, ou o que você quiser:

Passo 1 – Tenha grana e tempo sobrando

Lógico que você NUNCA vai admitir isso, afinal, você não vai ter a grana na verdade, pois você vai ser sustentado pelos pais ou por aquela vó aposentada pelo TSE que ganha uma nota e só tem o querido netinho pra corujar. Enfim, a grana não é sua, mas você gasta. E gaste bem, com livros, filmes, ingressos para o teatro, bandas de garagem. Carro? So se for usado e surrado. Ou como você vai poder levantar a bandeira do preço alto para os eventos culturais em frente ao teatro municipal se você tem um Corolla esperando na saída? Com a grana, você não precisa se prender a coisas nada culturais como trabalho com carteira assinada, faça no máximo uma faculdade voltada para artes, comunicação ou sociologia (Filosofia, Música, Artes Cênicas, Letras, Jornalismo, Publicidade e Propaganda dão status, mas Ciências Sociais é a top). E com o tempo livre sempre se dedique a programas alternativos, bares undergrounds, cinema de artes, sebos (livraria é coisa de rico) e por aí vai.

Passo 2 – Seja sempre a frente do seu tempo

Arthur Rimbaud é um dos poetas franceses que mais marcaram o mundo (mais pela sua vida gay es-cân-da-lo-sa, do que pelo seu trabalho, enfim...). Sua obra é considerado sempre “a frente do seu tempo” (ou seja, ele morreu pobre pra ser reconhecido depois). Logo, se você deseja ser conhecido como alguém cult, você tem que ser moderninho e transgressor total. Defenda sempre idéias com um fevor absurdo, suba em cima da mesa, tenha o dom da oralidade, saiba chamar a atenção de todos para o seu redor. Torne-se um incompreendido (mas no campo das idéias sociais, não vem com nada emocional não ou tu vai ser considerado emo e não cult).

Passo 3 – Tenha estilo

Você acompanha o Fashion Rio? Então você não é culto. Você acompanha o São Paulo Fashion Week? Então você é culto só se for pra estudar tendências de comportamento e diversidade capitalista . A sua pose tem que ser inabalada. Você não pode ser escandaloso (ou vai ser bixa louca), mas você tem que saber chamar a atenção, principalmente quando você esta explicando porque aquele filme é uma droga e você prefere o livro (que você não leu). Fume muito Marlboro, Golden Gate, Gudang Garam, mas Free, Carlton e Master não pode. Só beba destiladas, Absolut comanda (mas compre-a em grupo, NUNCA só você, é coisa de burguês), vinho também, principalmente em sarais. Tenha sempre aquele ar de esnobe, aquela pose blasé, cuidado com a gesticulação, desmunhecar pode, falar arrastado pode, usar gírias em inglês pode, em português NUNCA. Sempre critique quase tudo, principalmente em espetáculos, mas quando demonstrar que gostou de algo, bata palmas sempre de um jeito que o difira do resto da multidão, quase psicodélico, de preferência com o cigarro na boca, gritinhos e assobios, sempre mantendo a pose de esnobe.

Passo 4 – Saiba vender a sua imagem

Saiu com os amigos para um café sem açúcar? Então ocupe uma cadeira só com sua bolsa de tiracolo (NUNCA use mochila, mochila é coisa de universitário que tem estágio), e sua bolsa tem que ser grande, mas nunca o suficiente para você, e cheia de buttons personalizados. Sempre deixe a sua edição da Bravo!, Caros Amigos e Carta Capital a mostra. NUNCA use roupas de marca. Sempre prefira blusas listradas (preto/vermelho ou preto/branco) jeans surrados ou bermudas, além do óculos de armação grossa preta ou branca e o All Star que pode ser qualquer modelo contanto que seja All Star, pulserinhas artesanais também dão um toque. Cabelo grande bagunçado (tipo Arctic Monkeys) para meninos e cabelo preto escuro curto ou ondulado (tipo Karine Alexandrino) para meninas. Sempre domine as conversas, principalmente depois de filmes alternativos ou peças patrocinadas pela Lei de Incentivo a Cultura, mostrando seu conhecimento de caso.

Passo 5 – Morte ao POP

Você não assiste rede Globo porque ela “manipula, distorce os fatos, aliena e lança musicas como Créu em nível nacional”. Séries de sucesso como Heroes e 24 Horas devem ser evitadas ao extremo, de Lost você deve gostar apenas da primeira temporada. Você não escuta rádio, só podcast’s especializados. Cinemark NUNCA. Porque só passa blockbusters comerciais Hollywoodianos. Nada de livros do Harry Potter, tire a fantasia da sua vida, exceto O Senhor dos Anéis e a primeira trilogia (feita) de Star Wars, mas nada de fanatismo e cosplays. Sempre tenha jazz no seu MP3, mas ele não pode ser da Apple. E sempre esteja ligado a iniciativa científica (essa bem menos), aos coletivos culturais, selos independentes, cenário underground e o mesmo do gênero. NUNCA concorde com o que todos concordam. Gente culta tem sempre opinião própria (é do contra).

Esse é um Passo a Passo de ficção, mas qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.....


"Godard me deprime"


* Retirado da comunidade Te dou Dado? do orkut

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