18 de dezembro de 2009

Bicarbonato de Soda


Álvaro de Campos

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16 de dezembro de 2009

Segundo trailler do filme "Alice in Wonderland" do Tim Burton

Uma palavra? FODA

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14 de dezembro de 2009

Much Farther to Go ...

New York is lovely in the winter time
The sidewalks are white as snow
The buildings, all the people that pass me by
How the smile on his face says he's in love

I took the train all the way to Brooklyn Heights
I remember when you took it there with me
We sat side by side and held hands for sometime,
Misalluded the Statue of Liberty

And I have much farther to go
Everything is new and so *unpredictable*
I should just click my heels together and go home
But I'm not sure where that is, anymore

Oh how I wish I could go back in time
To the night when I heard my mother cry
She held me in her arms
And we talked for sometime
And I sang a song her mother sang to her

It goes, something about paper dolls and what men preffered
Something about the cross and how her Jesus died for her
Something about love and how it's worth fighting for
I wondered does love like that exist anymore?

And I, I have much farther to go
And I, I'm so confused I know
I should just click my heels together and go home
But I lost my way (back home)
When I lost you

Sometimes I cry when it's late at night
And you're not there to lay next to me
Morning breaks and the sun warms my face
How I wish it were you warming me


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9 de dezembro de 2009

Cartinha de um fã para Mariah

Prezada Sra. Mariah Carey,

Venho por meio desta reclamar, veementemente, da profunda falta de respeito que a diviníssima tem com todos que um dia acompanharam ou ainda acompanham sua carreira.

Quando você fez sua estréia no mundo musical, na década de 90, foi aclamada pela crítica especializada por suas habilidades vocais, recebeu vários prêmios e foi considerada uma das maiores cantoras femininas da década.

Sabemos que passou por problemas de ordem pessoal e profissional, logo após ter deixado a Columbia Records e assinado o maior contrato da história para um artista solo com a Virgin Records. Situações que culminaram numa crise nervosa, pitis de Diva e fracasso de vendas.

Em 2005, após dois anos fora da grande mídia, você lança o The Emancipation of Mimi, o álbum mais vendido do ano nos Estados Unidos. Em abril, do ano passado, lança E=MC² continuando sendo
apenas mais do mesmo. Em maio, do mesmo ano, se casou com o rapper Nick Cannon secretamente, com apenas um mês de namoro e ainda disse ter encontrado sua "alma gêmea" (aham).

Nem vou comentar sobre o Memoirs of an Imperfect Angel, lançado esse ano, porque, né? Deixa pra lá...

Enfim, tivemos paciência pra todos suas excentricidades, até você lançar esta pérola:




MEU DEUS, o que é isso? Cadê o roteiro? Cadê o objetivo? NNão entendi nada! Estou achando que a Universal está cortando suas verbas para produção de clipes ou você aprendeu a mexer no Windows Movie Make para editá-los (editar?).


Não dava pra fazer um clipe que tem alguma coisa a ver com a letra da música? Tudo agora é seu corpo de adolescente (hahahaha.. desculpa, sou um ótimo piadista)? Por que se enfiar num maiô que DEFINITIVAMENTE é menor do que seu manequim e gastar milhões em uma gravação no Havaí ?!?

Não tem jeito, Mariah, você se perdeu de vez… a voz se foi, e a dedicação à carreira foi junto.

Atenciosamente
Fã indignado


Ai, arrasei, tô ótima!

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7 de dezembro de 2009

Eu te amo!

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4 de dezembro de 2009

A vida é recheada de escolhas...


- Eu começo a me sentir como uma fraude total. Acho que o modo de que gosto de pensar em mim e no modo que realmente sou... talvez sejam muito diferentes do que eu gostaria, sabe? Eu acho que tinha 17 anos quando alguém me perguntou o que eu queria fazer quando fosse grande. E eu disse que queria ser artista. E não acho... Não, na verdade eu sei que nunca terminei um simples maldito projeto em toda a minha vida.


- Posso te dizer algo que eu nunca disse a ninguém?

- Sim.

- Logo que me mudei para Seattle, com 18 anos, eu me sentia muito sozinho. Alugava filmes o tempo todo porque não tinha amigos. E tinha um cara... o viciado em videolocadora que recomendou um documentário sobre Frank Lloyd Wright. Normalmente não aceito recomendações, mas disse a ele, "Claro". Algo nele me fez dizer isso. Eu assisti, e era um pouco árido e chato, e o devolvi no dia seguinte.

E ele olhou para mim e disse a ele que achei o filme realmente maravilhoso. Não sei porque disse isso, já que não sou de agradar pessoas, mas havia algo nele... E rapidamente descobri que esse era o primeiro numa série de 10 CDs. Então ele me deu o segundo CD, levei pra casa e assisti e gostei menos ainda. E estava determinado a voltar e dizer a ele a verdade desta vez.


E, quando eu cheguei, olhei para ele e disse: "O segundo foi ainda melhor que o primeiro".


E o ciclo continuou.
..

Eu o via todo dia e aluguei todos os CDs até o décimo. E, quando eu terminei, fiquei muito triste porque já não teria que falar com ele na loja. E eu fui para casa e não parava de pensar nele, e nas... bermudas de brim ... e suas pernas brancas e peludas ... e nos grandes olhos azuis. E comecei a me imaginar beijando ele, e realmente não era muito estranho.


E comecei a pensar em suas bolas... e como seriam peludas ...e me assustei tanto que nunca mais voltei à Videolocadora.


Só sinto que você deveria saber disso...


Trecho do filme Humpday

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26 de novembro de 2009

Simplesmente Neruda


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer.
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas.
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos.
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso,
só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e apagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda


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MUNDO MODERNO 18

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24 de novembro de 2009

Cinemagia exibirá sessões gratuitas de cinema em até 100 espaços municipais da cidade de São Paulo

O projeto Cine Clube Escola, que prevê cerca de 14 milhões de espectadores por ano, será lançado no Estádio do Pacaembu com a presença de Gilberto Kassab e Walter Feldman

No próximo dia 26, às 20h, será lançado no Estádio do Pacaembu o Cine Clube Escola, uma iniciativa que promove sessões gratuitas de cinema para toda a população. Na ocasião estarão presentes Gilberto Kassab, prefeito da cidade de São Paulo, Walter Feldman, secretário municipal de Esportes de São Paulo, e Matteo Levi, presidente da Cinemagia. O filme exibido no lançamento do projeto será “Eu, meu irmão e nossa namorada", trama que acompanha a história de um homem (Dan Burns) que se apaixona pela namorada (Juliette Binoche) de seu irmão (Dane Cook).

A partir de fevereiro de 2010, o Cine Clube Escola levará a magia do cinema à toda população uma vez por mês no Estádio do Pacaembu e também uma vez por semana em 20 diferentes espaços esportivos do município de São Paulo, como o ginásio do Pacaembu, o ginásio do Ibirapuera, o Parque do Ceret (Tatuapé), dentre outros. O objetivo é chegar a exibir sessões de cinema em 100 espaços públicos até o final de 2010.

O projeto, portanto, dará acesso cultural gratuito à população, hoje tão distante das salas de cinema, graças à parceria firmada entre a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo do Estado de São Paulo e o projeto Cinemagia.

“A expectativa é atingir 14 milhões de espectadores por ano nestes 100 espaços que exibirão as sessões abertas ao público”, explica Matteo Levi, idealizador do Cinemagia, projeto de cinema itinerante que já exibiu sessões gratuitas para mais de 1 milhão de pessoas, em vários estados brasileiros, desde 2002.

De acordo com Levi, o Brasil é um dos maiores mercados cinematográficos do mundo, e mais de 90% dos municípios brasileiros não têm sala de cinema. “O meu sonho sempre foi propiciar a todas as pessoas a emoção e a magia que um filme desperta. Para mim ninguém deve ser excluído desse encantamento promovido pelo cinema, mas exibir essas sessões gratuitas na capital da maior cidade do Brasil só foi possível graças ao apoio fundamental de Gilberto Kassab e Walter Feldman”, ressalta Levi.

A tecnologia desenvolvida pela Cinemagia em parceria com a Cisco System e com a Sony é inédita no Brasil. Todo o controle da operação do filme é feita diretamente da sede da Cinemagia.

A tela a ser erguida pela Cinemagia no Estádio mede 15x8 mts. Para o lançamento do projeto Cine Clube Escola, a Cinemagia encomendou um tapete vermelho de 218 m² e um carpete verde, da mesma cor do gramado, para não comprometer a visualização da tela.

Sobre a Cinemagia

A Cinemagia, fundada em 2002, nasceu com a idéia de oferecer o encanto e a emoção do cinema para todos, em qualquer localidade do território nacional por meio de cinema itinerante. Possui diferentes tipos de equipamentos que permitem criar um cinema sob medida nos lugares mais variados: empresas, escolas, hospitais, praias, praças públicas, estádios, ginásios, universidades, escolas etc. Para saber mais sobre a Cinemagia, acesse www.projetocinemagia.com.br

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4 de novembro de 2009

10° Projeta Brasil Cinemark exibe filmes nacionais a R$2


O 10° Projeta Brasil Cinemark será realizado na segunda-feira, dia 9 de novembro. Na data, todas as salas da Rede no país (exceto as duas Salas Cinemark Bradesco Prime no Shopping Cidade Jardim), exibirão somente filmes nacionais recentes, com ingressos a R$2.

Longas de diversos gêneros ganharão sessão nas salas dos 20 complexos da Grande São Paulo, como “Se Eu Fosse Você 2”, “Besouro”, “Alô, Alô Terezinha” e “O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”. Os ingressos já podem ser adquiridos pelo site www.cinemark.com.br e nas bilheterias dos complexos.

Para saber mais sobre o Projeta Brasil, acessem http://cinemark.com.br/acao/projetabrasil.html

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Hotel Atlântico, de Suzana Amaral, estreia dia 13 de novembro

Suzana Amaral, cineasta premiada com os longas-metragens “A Hora da Estrela” e “Uma vida em segredo”, lança o filme “HOTEL ATLANTICO” em circuito nacional. O filme, que participou do Festival Internacional de Toronto, foi avaliado pelo Hollywood Reporter como um “ enigmático road movie brasileiro que viaja em direções intrigantes com ecos de Antonioni e David Lynch” e conquistou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no FestRio com a atuação de Gero Camilo, além de ter participado da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme também acaba de ser convidado para participar do Festival de Havana, que se inicia no dia 3 de dezembro.

O HOTEL ATLANTICO tem roteiro de Suzana Amaral e foi baseado na obra de mesmo nome de João Gilberto Noll. No papel principal está Julio Andrade, que atuou no filme Cão Sem Dono. Além dele estão no elenco Mariana Ximenes, João Miguel e Gero Camilo e outros.

No filme um ator desempregado embarca numa viagem sem destino, um voo cego sem instrumentos. Durante a jornada, se depara com situações absurdas, contraditórias e inesperadas, sem relações de causa e efeito. Encontra pessoas bizarras, amores suspeitos e quase a morte. Sempre no fio da navalha, HOTEL ATLANTICO faz da realidade uma farsa e apresenta o absurdo da vida, onde os eventos ocorrem inesperados, muitas vezes sem explicações lógicas. Eles se desdobram fragmentados, desconectados entre si, culminando num final inesperado e instigante.

Segundo Suzana Amaral, “O que me atraiu no livro HOTEL ATLÂNTICO foi a oportunidade de realizar um filme onde a narrativa permitisse novas formas cinematográficas e uma linguagem mais arrojada. Meus dois primeiros filmes foram intimistas, emocionais e clássicos. Rompendo com meu estilo anterior, busco nesse filme realidades diferentes, ações imprevisíveis e personagens surpreendentes. O olhar do protagonista é instigante e os fatos acontecem fragmentados, culminando num final inusitado... uma obra aberta".

Para assistir ao trailer acesse www.hotelatlantico-filme.com.br e para ver as fotos do filme: http://www.flickr.com/photos/hotelatlantico

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Isso acabou com o meu dia, mas fica para reflexão

Passando pela caixa de comentários do Blog do Uomini, deparo com estas palavras escritas neste post.


Olá Uomini, Me chamo Cláudio, tenho 73 anos, sou paulistano e sempre fui do tipo que comprou ilusões.

Nunca me privei da companhia de rapazes bem mais jovens, que sempre cobravam seu preço, ou de farras na Medieval (do tempo que ainda chamávamos de "Maria Augusta" a famosa rua) e nas boates que vieram depois. O que me sobrou? O que construí de real? Nada!


Se quero companhia, preciso ir até uma sauna e pagar (caro) para ouvir meia dúzia de mentiras. Os amigos, que não se foram por causa da "maldita", vivem a base de calmantes e igualmente sozinhos.


Sou de uma geração sem voz, mas se alguns de vocês quisessem um conselho eu diria: construam amizades sinceras, relacionamentos verdadeiros, valorizem o interior das pessoas e não se concentrem em superficialidade.


Se hoje eu fosse quarenta anos mais novo, faria tudo diferente. Bem diferente!


Cláudio | 02-11-2009 17:05:15


Sem comentários =/

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22 de outubro de 2009

Conheça Nova York com Sex and the City


A HBO Latin América (LA) realizará um concurso para todos os fãs do filme na região da América Latina e Caribe. Até o dia 15 de novembro de 2009, todos que entrarem no site www.hbomax.tv/sexandthecity (e participarem) terão a oportunidade de ganhar uma viagem a Nova York para duas pessoas. Além disso, uma série de atividades aguardam os vencedores durante a viagem, totalmente no estilo da famosa série da HBO.

O concurso acontecerá em três etapas. Os internautas deverão participar do jogo interativo, completar uma trivia com perguntas sobre o filme e escrever uma coluna como a da personagem Carrie Bradshaw com 150 palavras. Os ganhadores serão anunciados na semana de 16 de novembro no site da promoção.

A HBO LA premiará sete participantes com uma viagem a Nova York para duas pessoas com passagens aéreas, estadia e transporte, além de um tour de limusine por todos os Hot Spots de Sex and the City, uma visita à loja de Manolo Blahnik para escolher um par de sapatos, um tratamento SPA ou um makeover e um set de DVDs que inclui o filme Wedding Collection. Adicionalmente, serão premiados os segundos colocados com DVDs do filme, entre outras surpresas.

Para mais informações sobre o regulamento oficial, visite www.hbomax.tv/sexandthecity

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14ª Parada de SP: Começa campanha para a escolha do tema


A APOGLBT, Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, inicia campanha para escolha do tema do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo; sugestões podem ser encaminhadas para o e-mail tema@paradasp.org.br.

No dia 07 de novembro ocorre uma reunião aberta ao público para debate e definição do tema que norteará todas as atividades do calendário, incluindo a Parada do Orgulho LGBT, agendada para o dia 06 de junho de 2010, na Avenida Paulista.


O tema escolhido para o Mês do Orgulho LGBT deve refletir o atual momento e demandas da comunidade LGBT no país, propiciando o debate na sociedade através da difusão gerada pelo conjunto de atividades e por sua ampla abordagem na mídia. Além de guiar a organização, o tema será a base para a criação de toda a identidade visual e material gráfico, campanhas de foto e vídeo e do 3º LGBTema - música tocada pelos DJ nos trios elétricos durante o trajeto da Parada.

Em todos os anos, o tema do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é definido pela diretoria da APOGLBT, autoridades, apoiadores e o público das atividades, em reunião aberta na sede da entidade. O tema da 14ª edição será escolhido no dia 07 de novembro, a partir das 10h, porém, até a véspera, 06 de novembro, todos os interessados, de qualquer região, podem encaminhar suas sugestões para o e-mail disponibilizado.

Para mais informações, entrar em contato através do telefone (11)3362-6266.

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3 de outubro de 2009

Tem como não amar Glee?

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22 de agosto de 2009

Campanha



* imagem rou..ops, retirada do blog do Uomini (hehe)
* para entender

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19 de agosto de 2009

Só David Bowie salva

Essa música está na trilha do filme C.R.A.Z.Y. (que reassisti recentemente). Linda.

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Cara nova

E o blog novamente está com cara nova. Espero que desta vez as postagens sejam mais constantes.


Espero mesmo.

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29 de junho de 2009

30 idéias, 6 blogueiros

A partir de uma iniciativa independente, desvinculada de interesses de grupos, ou partidos, nasce o blog "30 ideias para ajudar a causa LGBT do seu jeito".

Com o intuito de agregar novas idéias, apontar para novos caminhos que gerem efeitos sociais positivos e contribuir para o fim da inércia coletiva, um grupo de seis amigos blogueiros (Cris, o Gustavo, a Isadora, o Thiago , o Daniel e o BHY) se reuniram em prol da causa LGBT.

Com base naquilo que eles conhecem e vivenciam, pensaram em sugestões viáveis, realistas e que pudessem sair do papel e ser incorporadas ao cotidiano, onde, cada um, absorva aquilo que estiver mais próximo de sua realidade.

O A Sétima Visão apóia essa causa e deixa um banner na barra lateral desse blog.

Sintam-se a vontade para ecoar essas idéias também. Quem quiser colocar o banner com links em seus blogs ou sites, segue os códigos abaixo. É só copiar e colar.




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26 de junho de 2009

Não importa se ele é coroa, não importa se ele é garoto

No Japão, a prática do shudo, entre samurais os guerreiros passavam seus valores aos mais jovens e com eles estabeleciam relações homossexuais. O shudo foi praticado no Japão até fins do século 19.

Nos dias de hoje, as relações afetivas entre homens com grande diferença de idade continuam a causar “frisson”, mas por outro motivo: o preconceito. Começa já pelo fato de ser uma relação gay, outros vão mais longe e dizem que o preconceito também vem dos gays, às vezes, até com mais intensidade. “Meu companheiro é 19 anos mais jovem que eu, e por incrível que pareça, onde mais sinto preconceito é no próprio meio”.


Acho que atualmente os gays estão obcecados com a imagem que a mídia vende de corpos jovens, lisos e sarados, a maioria dos meus amigos acham absurdo gays maduros que curtem caras mais novos e jovems que curtem homens mais velhos, essa pressão é exercida igualmente sobre o coroa e sobre o mais jovem, embora de formas diferentes.

Sobre o mais velho, ela vem com frases como, você está sendo enganado, você está sendo usado, 'você vai acabar sendo traído, você vai acabar se dando mal; enquanto sobre o mais novo, a pressão é mais do tipo ele não vai agüentar o seu pique, não dá pra agüentar esse velho implicante, transar com esse coroa deve ser horrível, e igualmente, mas com outro sentido, “você está sendo usado”.

“A discriminação recai sobre o mais velho”, “de que a vida sexual de pessoas mais velhas termina ou deve terminar com o aumento da idade”.

Por que você não cola em mim?

Outro fator que se torna relevante nesta relação é a solidão. Afinal, ser gay é estar praticamente “condenado” a passar “sozinho” pela maturidade ou velhice? Não pode o gay mais velho arranjar um cobertor de orelha? A tendência da maioria dos coroas gay é ficar sozinho ?. Muitos pensam em começar com alguém, mas cadê essa pessoa?.

“A vida está aí, as oportunidades estão aí, basta a você ser menos exigente, deixar um pouco as fantasias de lado, a dificuldade, às vezes, está nos próprios coroas: “Pessoas mais maduras já sofreram desamores e têm medo do sofrimento”.Existem gays que estão por volta dos 40 anos e já comportam-e como velho – e muitos gostam de homens ainda mais velhos, e mesmo assim estão sozinhos.

No caso do gay, a situação se agrava por conta do preconceito e do afastamento ou mortes dos familiares.

No entanto, a vida dos gays mais velhos pode ser bem animada – e parte disso se deve justamente às relações intergeracionais:

Existe uma parcela considerável de jovens gays que se sente atraída sexualmente por homens bem mais velhos, que estão além da faixa dos 40 até 80 anos de idade. Enfim a quantidade de caras que curtem homens maduros é muito grande mesmo. É só saber procurar, É claro que existem os aproveitadores, mas acho que não dá pra generalizar. Seria o mesmo dizer que, depois de uma certa idade, um homem não tem mais nada a oferecer.

Cada caso é um caso, provavelmente, o jovem que gosta de coroas, em algum momento da vida, emparelhou estimulação sexual com uma pessoa de idade mais avançada, e talvez o fato de sentir-se protegido, ter uma melhor condição financeira, ficar com um homem mais experiente são interpretações que não esclarecem a causa. São, na verdade, conseqüências.

Não me interessa se ele é coroa.

E muito saudável a relação intergeracional, pois é mais uma das infinitas possibilidades do ser humano se relacionar. Afinal, o que caracteriza a vida é a diversidade em todas as suas áreas. E que diversidade – que o digam Zeus e Ganimedes, e o cancioneiro popular já diz que:

Não importa se ele é coroa, panela velha é que faz comida boa!!!!

*retirado do blog Olhar Masculino

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24 de junho de 2009

A intolerância mais abjeta

O ótimo artigo do João Ximenes Braga, no Globo do último domingo, em defesa da liberdade sexual e que lhe rendeu um punhado de agressões pela internet.

É pena.

Aliás, o texto é ouro puro. Leia (ou releia) a seguir:

A revolta dos perdigotos

Por João Ximenes Braga

Homoterrorismo é a desimportância em desespero. A sexualidade é inalterável e inatingível. E quando se trata de sexualidade, só existe uma coisa no mundo que consegue ser mais desprovida de importância que a opinião pessoal: o julgamento moral. Você pode julgar quanto quiser a sexualidade alheia. Não tem importância. Você pode ser hétero e fazer a elegia dos seus amigos gays. Não tem importância. Você pode ser gay e fazer piadas maldosas sobre o comportamento “careta” dos héteros. Não tem importância. Eles não deixarão de ser o que são.

Você pode ser conservador e barrar leis no Congresso, fazer passeatas pela família, dizer que o mundo está acabando, que Deus vai punir a todos. Não tem importância, não passa do registro da fofoca, ninguém vai deixar de se deitar com quem quer. Pode até deitar escondido, ou demorar a criar coragem, mas vai deitar. Deitar e suar e trocar saliva e outros fluidos que, com sorte, ficarão na camisinha.

E você pode achar isso nojento. Mas não tem importância. Pois a sua opinião e o seu julgamento sobre a sexualidade alheia não tem importância. Porque é alheia. Se é alheia, é do outro; se é do outro, não é sua; não sendo sua, não vai mudar por sua causa.

Você pode ser deputado crente ou padre pitboy, pode ser simpatizante ou skinhead, pode ser presidente do Irã ou suplente do PTC, grandes coisas, azar o seu, a sexualidade alheia continuará a não ser da sua conta. O pessoal vai continuar deitando e suando e trocando saliva enquanto você desperdiça os seus perdigotos uivando indignação pelas esquinas.

Aí, numa desesperada tentativa de não admitir que seu julgamento moral é inútil, você joga uma bomba. Você pode até matar alguns indivíduos. Ferir outros. Emperrar a vida de muitos. Vãs tentativas de ter importância, pois não vai, jamais, impedir que o mundo gire, a lusitana rode e as pessoas se deitem com quem quiserem, como quiserem. Seu julgamento moral e sua opinião, quaisquer que sejam, serão para sempre da mais profunda desimportância.

A não ser, claro, para você mesmo. Pois como diz Tennessee Williams na voz de Chance, o protagonista de “Doce pássaro da juventude”, a grande diferença entre as pessoas neste mundo “não é entre quem é rico e pobre, bom ou mau.

É entre quem tem ou teve prazer no amor e quem nunca teve prazer no amor, apenas observou, com inveja, inveja doentia”.

Saiu do blog do Ancelmo Gois

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20 de abril de 2009

MUNDO MODERNO 17

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18 de abril de 2009

Concurso Literário Revista Piauí

Todos os meses a Revista Piauí, promove um concurso literário, onde a partir de uma simples frase, o participante desenvolve um trabalho dando forma e um novo sentido a mesma.

Na edição 31 da revista (março/2009), o vencedora foi a carioca Cynthia Neves e com menção honrosa para o trabalho de Salathiel Westphalien de Souza de Joinville, ambos, que vocês podem ver a seguir.

A VENCEDORA

A TRAGÉDIA DA FAMÍLIA SAMSA
Cynthia Neves



MENÇÃO HONROSA

DE VOLTA PARA A CASA DE PAPAI
Salathiel Westphalien de Souza

Estimado Papai,

Espero que esta o encontre bem e com a saúde de sempre. Como estão as coisas por aí? Longe de casa, fico ansioso por notícias de todos.

Aqui há poucas novidades. A vida segue com a rotina de sempre. Acordo bem cedo para cumprir minhas obrigações, na companhia dos meus colegas. Em grupo o trabalho parece fluir mais facilmente e agradeço pela companhia que tenho.

A cidade anda cada vez mais movimentada, o que significa trabalho aumentado. Não é raro eu pular o almoço e acabar jantando pouco antes de me deitar. Não me queixo. Sei bem o que devo fazer e me realizo com o meu ofício.

Gosto do contato diário com as várias pessoas que cruzam meu caminho, porém sinto que estou chegando ao fim da minha tarefa por aqui. É claro, eu sabia que este estágio não duraria para sempre. Mesmo assim, sinto um calafrio. Mudanças geram temores. E por menores que sejam, elas nos incomodam.

Em breve chegará o momento de voltar para casa, junto do Senhor. Não quero deixá-lo magoado, pensando que tal idéia me desagrada. Mas sentirei falta do convívio com as pessoas que me cercam. Sentirei falta das paisagens daqui, dos aromas, dos costumes locais.

Querido Pai: você me perguntou recentemente por que eu afirmo ter medo de você. Não é fácil definir. Medo talvez não seja o termo mais correto. Seria admiração excessiva? O medo da frustração de talvez não conseguir ser tão perfeito quanto o Senhor?

Os que o conhecem sabem muito bem: é poderoso, eloquente, sabe comandar seus muitos empregados. É rígido e disciplinador. Sabe respeitar-se e exigir o respeito que merece. É sábio em tudo, sabendo ministrar a dose exata de justiça e bondade, dando a cada um o que merece, caso a caso.

Assim sendo, eu é que pergunto: como não ter medo, respeito, admiração? Sua imagem está em minha mente, seu olhar me acompanha dia e noite. Às vezes chego mesmo a ouvir a sua voz, a sua respiração.

Espero que eu dê conta do recado e possa ser o filho que o Senhor sempre quis. De minha parte, faço o possível e o impossível. Há dias em que me ocupo realizando verdadeiros milagres, para que eu possa cumprir fielmente o que sempre me pediu.

Falo muito do Senhor para as pessoas que se aproximam de mim. Elas ficam felizes, pois reconhecem que a gente só fala das pessoas ou coisas de que se gosta muito. Há também quem não acredite que um pai possa ser assim tão bom. Mas fazer o quê?

Como eu ia dizendo (ou escrevendo), em breve não terei mais o que fazer por aqui. Já fiz quase tudo que me foi exigido. Mais algumas tarefas e estarei livre. Realmente são coisas que somente eu poderei realizar e isso adia o meu retorno.

Em algumas semanas espero voltar para casa, encontrar o Senhor e toda a nossa família. Peça ao Gabriel que deixe meus aposentos em ordem, pois a viagem será extenuante e é quase certo que chegarei morto de cansaço.

Sem mais, sinta nesta missiva o adiantado abraço que espero dar-lhe em nosso próximo encontro.

Do seu filho amado,

Jesus

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Os interessados em participar do concurso devem enviar um texto inédito com o máximo de 3.160 caracteres. Os textos deverão ser enviados à redação até o dia 21 de abril para o e-mail: encaixe@revistapiaui.com.br, com nome e sobrenome do autor, cidade e estado de procedência.

A frase escolhida para o próximo mês abre o prefácio escrito por F. Nietzsche para o seu O Anticristo: “Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo.”

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17 de abril de 2009

Ainda sobre Susan Boyle e mais algumas coisinhas

Pra encerrar de uma vez esse assunto sobre o “Fenômeno Susan Boyle”, indico um belo artigo (em inglês), onde o editor exemplifica - e explica - como funciona o processo de construção de um (reality?) show.

Num trecho, traduzido pelo jornalista Pablo Villaça, o editor diz:

"Susan Boyle de Blackburn, West Lothian, foi inicialmente tomada como uma piada. Mas por quê?

Por quê? Porque esta foi a história que os produtores de "Britains Got Talent" construíram ao seu redor, este é o porquê. Ela foi descoberta em um teste prévio e os produtores indubitavelmente perceberam que tinham nas mãos o potencial para um grande momento televisivo se a apresentassem corretamente - o que implicava em nos manipular para que a reviravolta tivesse maior impacto emocional. Não que Boyle não seja um talento autêntico e exatamente a pessoa que aparenta ser, mas a maneira na qual ela e sua história foram apresentadas na televisão (e no YouTube) é no mínimo tão importante quanto quem ela é na verdade."

Sabe esses programas com falso assistencialismo, onde prometem mundo e fundos para um cidadão, montam todo um arco dramático, pra com isso conquistar a audiência e que passado um ou dois dias todo mundo esquece o que viu e a emoção que sentiu?

Então. Reflita

Aliás, aproveito para salientar alguns pontos:

Em nenhum momento discuti a técnica da cantora, apenas trouxe essa informação à luz, pra elucidar na cabeças de alguns, e mostrar, que se não fosse sua “história de vida” e amaneira como conduziram a sua apresentação (cara feia do público, jurados chacoteando a candidata, acordes musicais no momento certo, bla, bla, etc) ela não teria sido classificada e tão pouco teria sido esse fenômeno que foi.

E faço das palavras, deixadas pela leitoraZeitgeist nos comentários, as minhas:

“A ‘tia’ cantou bonito para uma canção de musical (que é escrita e elaborada para emocionar). A comoção gerada nada mais foi do que a hipocrisia ululante que sempre pairou entre a macacada de auditório (e a de twitter): é lindo "lá", porém no dia a dia, essas mesmas pessoas falam "cala boca tia" para tudo o que é diferente. E, na boa? Continuarão julgando pela aparência e a detonar, por pura inveja.”

É isso.

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Leia também, esse ótimo post do blog Escreva Lola Escreva, sobre o mesmo tema: Esta é só uma parte de mim", diz, Susan Boyle, 47

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15 de abril de 2009

Opinião : Susan Boyle e a cultura dos coitadinhos

Ontem, a performance de uma cantora no programa Britain's Got Talent, repercutiu de maneira espetacular no twitter e demais redes sociais. Porém, o que tinha de tão especial num vídeo de uma caloura cantando num reality show, dentre as inúmeras que todos os anos entram e saem desses mesmos programas?

Simples, ela era feia e sabia cantar.

A cantora em questão é Susan Boyle, uma senhora de 47 anos que possui uma história de vida marcada por percalços, tristeza e blá, blá, blá, onde ao entrar no palco gerou um sentimento controverso de platéia e júri, devido a sua aparência, que não condizia com o estereótipo típico de uma aspirante a popstar (!).

Com uma performance extremamente irregular, porém correta (ela desafinou, semitonou em vários momentos, além de encher a canção de cacoetes típicos desse tipo de apresentação), o publico veio ao delírio e começou a ovacioná-la, emocionados com o que tinham presenciado. O vídeo dessa apresentação (que aconteceu no dia 11.04) logo caiu na rede e com a velocidade de um foguete já era de conhecimento geral.

O vídeo:


Britains Got Talent 2009 Susan Boyle 47 Year Old Singer
by kj1983

Agora eu pergunto: Se ela não fosse feia, gorda, desajeita e com toda essa história de vida, teria gerado todo essa repercussão? Pois ARTISTICAMENTE falando, a apresentação dela foi extremante mediana.

Outra: Será que ela, na verdade, não gostaria de ser tratada como um igual, ao invés de ter sido classificada, no programa, apenas por ter gerado comoção e compaixão perante a audiência? Digo isso, com algum conhecimento de causa, (sou viciado nesses tipos de programas, além de ter estudado por vários anos canto lírico) que ela não teria sido classificada se simplesmente fosse uma pessoa normal(?).

Uma certa blogueira escreveu após assistir o vídeo:

“Temos vontade de ajoelhar, de pedir perdão pelo julgamento precipitado, como o júri faz em seguida”

Se ela tivesse mandado mal na apresentação? Qual seria o sentimento gerado? Risos? Vergonha alheia? Indicaria o mesmo para ser chacoteado em algum programa de auditório? Juro, não sei a resposta.

Eu questiono tudo isso, pois não vi nada demais na APRESENTAÇÃO da Susan, pelo simples fato de não ter o hábito de pré-julgar as pessoas e de ter achado que ela cantou apenas corretamente, nada que fizesse me derramar em lágrimas de emoção (olha que, como um bom pisciano, choro fácil até com comercial de tv), pois a olhei como uma potencial cantora e não me preocupei com sua aparência.

Além de acreditar de tratar-se de “preconceito inverso”, pois ela foi elevada ao status de celebridade mundial (concedendo entrevistas até para o Daily Mirror) não pelo seu pressuposto talento e sim por explorarem ad nauseam sua história de superação(?).

É isso que não concordo.

Pra comparar, segue o vídeo da apresentação do ex-vendedor de celulares Paul Potts, que em 2007 protagonizou uma história semelhante à de Susan. Entretanto, é nítida a diferença no potencial artístico e musical de ambos. Paul canta a ária "Nessun Dorma", de Giacomo Puccini perfeitamente, com um controle invejável, sem apelar para firulas e mostrando todo o seu talento.


Paul Potts Nessun Dorma de Puccini (subtitulos esp)
by drakkoalizee

Leia também: Susan Boyle e Paul Potts: quando a música nos faz chorar

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14 de abril de 2009

Vídeo com cenas reutilizadas das produções Disney

Vocês sabiam que a Disney tinha o hábito de reutilizar cenários, personagens, cenas e seqüências inteiras de outros desenhos?

Esse tipo de procedimento era adotado, no intuito de baratear e agilizar suas produções.

Segue um vídeo, com várias cenas das produções da Disney, que exemplificam bem como isso funcionava:





Dica do Wellpereti

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Encontrando uma utilidade no emaranhado de pensamentos do Twitter

A primeira reação que muita gente tem diante do Twitter é de perplexidade. Por que é que alguém desejaria ler mensagens curtas sobre aquilo que uma pessoa comeu no café-da-manhã.

A pergunta faz sentido. O Twitter libera o redator de diários que há em cada um dos seus 14 milhões de usuários, que visitaram o site 99 milhões de vezes no mês passado para ler mensagens digitadas em telefones celulares ou computadores. Analisadas individualmente, muitos dessas mensagens, ou "tweets", de 140 caracteres parecem vazias.

Mas, quando visto coletivamente, o fluxo de mensagens pode transformar o Twitter em uma ferramenta surpreendentemente útil para resolver problemas e proporcionar insights a respeito do clima do mundo digital. Ao avaliar o cérebro coletivo do mundo, pesquisadores de todos os naipes descobriram que, se procurarem analisar os comentários mundanos, as conversas ao vivo permitem que tenham uma imagem antecipada do sentimento popular - e essas conversas até ajudam a moldar esse sentimento.

Companhias como a Starbucks, a Whole Foods e a Dell são capazes de ver o que os seus fregueses estão pensando quando usam os seus produtos, e as empresas podem, assim, adaptar as suas campanhas de marketing à realidade de forma condizente.

Na semana passada, na Moldávia, manifestantes usaram o Twitter como um instrumento para promover a reunião enquanto pessoas de fora observavam os tweets dos ativistas para tentar entender o que estava acontecendo naquele país pouco conhecido.

E, no último fim de semana, a Amazon.com aprendeu como é importante responder à plateia do Twitter. Depois que um autor percebeu que a Amazon tinha reclassificado os seus livros com temas envolvendo gays e lésbicas, colocando-os na categoria "para adultos", removendo-os do seu principal sistema de busca e da classificação de vendas, irromperam protestos em blogues e no Twitter. A companhia foi compelida a responder, apesar do feriado da Páscoa, afirmando inicialmente que o problema fora provocado por uma "falha no sistema", mas mais tarde culpando "um erro de catalogação" que afetou mais de 57 livros sobre saúde e sexo.

Logo as máquinas poderão "fazer twitter" tanto quanto os seres humanos. Corey Menscher, um aluno de pós-graduação da Universidade de Nova York, desenvolveu o Kickbee, uma tira elástica com sensores de vibração que a sua mulher usava para alertar o Twitter todas as vezes que o bebê dava chutes dentro da sua barriga: "Eu chutei a mamãe as 20h52, na sexta, 2 de janeiro!". Agora, Menscher está pensando em vender o produto.

A conjugação de sensores com o Twitter faz com que algumas pessoas acreditem que o sistema poderá ser utilizado para mandar alertas de segurança para casa ou para informar ao médico quando o nível de açúcar no sangue de um paciente ou os seus batimentos cardíacos ficarem muito elevados. Esse tipo de fluxo de dados em tempo real poderia ajudar os pesquisadores da área médica.

Os médicos já usam o Twitter para pedir ajuda e compartilhar informações sobre os seus procedimentos. No Hospital Henry Ford, em Detroit, cirurgiões e médicos residentes trocaram "tweets" durante uma operação recente para a remoção de um tumor cerebral de um homem de 47 anos de idade que sofria de convulsões.

"Um pedaço do crânio está sendo removido para possibilitar o acesso à dura, o invólucro do cérebro", dizia um tweet enviado no início. Médicos residentes e leigos curiosos que acompanhavam o procedimento no ciberespaço perguntaram aos médicos que músicas eles estavam ouvindo (Loreena McKennitt, uma cantora celta), se o paciente sentia dor no cérebro (não, apenas pressão) e qual o tamanho do tumor (do tamanho de uma bola de golfe). Conforme se faz tradicionalmente no Twitter, eles marcaram todos os seus tweets com uma palavra-chave de forma que qualquer um pudesse procurar a palavra e ler o fluxo de mensagens.

"O Twitter permite que as pessoas saibam instantaneamente o que está acontecendo em relação às coisas com as quais elas se importam", diz Evan William, diretor-executivo e co-fundador do Twitter. "No melhor dos cenários, o Twitter torna as pessoas mais espertas, rápidas e eficientes".

William, juntamente com os outros fundadores, Biz Stone e Jack Dorsey, imaginaram pela primeira vez o Twitter com uma forma fácil de manter contato com aquelas pessoas que já são conhecidas.

Em 2006, quando o Twitter estava apenas começando, os três homens sentiram um pequeno terremoto em São Francisco. Cada um pegou o seu telefone para fazer um tweet sobre o fato e descobriu tweets de outras pessoas na cidade. Naquele momento, ocorreu a eles que o Twitter poderia ser mais útil para uma outra coisa - uma reportagem de primeira página, não apenas para amigos, mas para todos que a lessem.

De fato, as promessas do Twitter na área de coleta de notícias ficou mais evidente durante os ataques terroristas em Bombaim em novembro passado, e quando um avião fez uma pouso de emergência no Rio Hudson em janeiro. As pessoas estavam mandando tweets a partir do local antes que os repórteres chegassem.

A atenção recebida pelo serviço ajudou-o a quase dobrar o número de usuários no mês passado, tornando o Twitter a terceira maior rede social online, atrás do Facebook e do MySpace, segundo a Compete, uma empresa de análise da Web.

"O Twitter reverte a noção de grupo", explica Paul Saffo, o futurista do Vale do Silício. "Em vez de criar o grupo que deseja, o indivíduo envia uma mensagem e o grupo monta a si próprio".

Martin Stoll descobriu esse fenômeno pela primeira vez durante uma visita à cidade de Nova York, quando procurava um show de comédia. Minutos após ter mandado uma indagação pelo Twitter, cinco pessoas que ele não conhecia haviam recomendado shows. Pessoas que inscreveram-se para acompanhar os tweets de Stoll tiveram a pergunta dele enviada para às suas páginas de Twitter ou telefone celular, e outras que liam a comunicação Twitter ao vivo também puderam vê-la.

Stoll, fundador da GoSeeTell Network, uma companhia online de viagens, percebeu que o Twitter poderia ser um guia ao vivo para turistas em plena viagem. Ele criou o Portland Twisitor Center, ao qual milhares de pessoas perguntam onde encontrar o melhor local para um café da manhã ou um casa de café, e recebem respostas instantâneas dos funcionários do centro e de qualquer pessoa que deseje respondê-las.

As corporações muitas vezes usam o Twitter para promover vendas. A Intuit, a fabricante do QuickBooks e do TurboTax, monitora o Twitter para descobrir pessoas que estejam escrevendo sobre o Mint, um site de finanças pessoais que compete com o Quicken Online da empresa. A Intuit escreve a seguir para elas e oferece os seus serviços.

Até mesmo as pequenas empresas consideram o Twitter útil. Por exemplo, Mary F. Jenn, da True Massage and Wellness, de São Francisco, envia tweets quando os seus massagistas têm vagas abertas nas suas agendas e oferece descontos. As reservas para o spa esgotam-se frequentemente em uma questão de horas.

Mas a utilidade mais produtiva do Twitter tem sido para aquelas empresas que desejam escrutinar as mentes dos seus clientes, lendo as suas reações imediatas a um determinado produto. A Dell percebeu que os clientes estavam reclamando no Twitter de que o apóstrofo e as teclas de retorno estavam próximas demais no laptop Dell Mini 9. Assim, a Dell consertou o problema no Dell Mini 10.

Na Starbucks, os clientes costumavam reclamar deixando notas em uma caixa de sugestões. Agora eles podem também enviar as suas reclamações ou sugestões via Twitter, onde Brad Nelson, que redige as atualizações da companhia para o Twitter, acompanha o que as pessoas estão dizendo sobre o Starbucks online.

No mês passado, emergiram boatos de que a Starbucks não mandaria mais café às tropas no Iraque como protesto contra a guerra. Nelson acabou com a boataria, enviando o seguinte texto via Twitter: "Isso não é verdade. Obtenha os fatos concretos aqui", com um link para a resposta da Starbucks ao boato.

Alguns programadores estão criando instrumentos para ajudar as companhias a acompanhar o que a população diz. Akshay Java, cientista da Microsoft, está tentando descobrir uma forma de identificar que especialistas são mais influentes em determinados tópicos, analisando automaticamente o conteúdo dos seus tweets e o que está nas redes Twitter deles. Companhias como a Microsoft poderiam usar essas informações para descobrir que usuários do Twitter deveriam contactar para criar uma agitação em torno de um novo produto.

Porém, para que o Twitter seja realmente útil como instrumento de pesquisa, mais gente terá que começar a usá-lo. Se coletar uma fatia mais representativa daquilo que o mundo está pensando, o Twitter poderá possibilitar, por exemplo, que cientistas e acadêmicos rastreiem epidemias.

Para tornar essa tarefa mais fácil, o Twitter acrescentará em breve uma caixa de buscas a sua home page de forma que os usuários sejam capazes de procurar termos como "terremoto" ou "gripe" e receber todos os tweets sobre esses tópicos nos seus resultados.

Para continuar crescendo, o Twitter precisará obter verbas mais significativas, algo que a companhia de dois anos de idade ainda não conseguiu. Os fundadores da empresa dizem que o Twitter espera cobrar de companhias como a Starbucks por recursos que ajudam tais companhias a comunicar-se com os seus fregueses e obter mais informações a respeito dele.

À medida que a companhia utiliza os US$ 35 milhões que obteve recentemente junto a duas firmas de capital de risco no Vale do Silício - além dos US$ 20 milhões que já havia obtido - Williams enxerga sinais de que o seu serviço começou a encontrar um universo de usuários mais voltado para os aspectos pragmáticos e que representam uma parcela maior da população.

Ele dá o exemplo das pessoas que usaram o Twitter para encontrar gasolina em Atlanta durante um período de falta de combustível no outono passado. "É algo bem diferente de contar aos outros o que você comeu no café-da-manhã - e, no entanto, só funciona porque fica no mesmo local em que as pessoa falam sobre o café-da-manhã'", afirma Williams.

Fonte:UOL


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27 de março de 2009

Novo Curta de Pedro Almodóvar no Youtube

Durante as filmagens de “Abrazos Rotos” (que estreou no dia 18 de março na Espanha e só Deus sabe quando vai passar por aqui) o diretor Pedro Almodóvar dirigiu um curta que já está bombando na internet.

O curta “La Concejala Antropofaga” mostra a atriz Carmen Machi, (que interpreta Chon, a mesma personagem que faz em “Abrazos”) apresentando sua visão bastante peculiar dos prazeres da vida.

Abaixo, o vídeo , com legendas em português, traduzido no YouTube pelo grupo de artistas gaúchos VirtuComete.


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* Dica que saiu do Ilustrada no Cinema

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Prayer for Bobby (EUA, 2009)

“Prayer for Bobby” é um filme que narra a história de uma mãe que percebe, tarde demais, que o amor incondicional por seu filho gay era muito mais importante do que a sua fé, em um Deus vingativo e homofóbico.

Baseado numa história verídica, detalhada em 1995 no livro “Prayers for Bobby: A Mother's Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son”, da jornalista (e ativista da causa gay) Leroy Aarons, o filme conta com a inegável tour force de Sigourney Weaver, que traz a tela, uma mãe devastada, com uma crua intensidade e paixão.

O filme tem o cuidado de não atravessar a linha maçante do melodrama, tornando-se um raro exemplo de filme que pode realmente fazer a diferença na vida de vários pais, que entram em confronto com seu filho gay, na tentativa de tentar entender seu estilo de vida.

Para alguns, a fita pode parecer datada (a história se passa em 1979 e abrange cerca de três anos), porém, infelizmente, a compreensão quanto à homossexualidade ainda é algo discordante e atual. A controvérsia impulsionada pelo recente Proposition 8, está aí e não me deixa mentir.

Sigourney é fantástica. Ela é capaz de capturar a essência desta mãe, de modo sincero, onde fica difícil não ficar tocado. Ela é o retrato fiel da negação de uma mãe, que não consegue aceitar algo que sempre acreditou, e foi lhe ensinado, como sendo um terrível pecado. É tocante ver a sua transformação, após o suícidio de Bobby, que a força a olhar para uma verdade, até então desconhecida, e para sua responsabilidade diante do acontecido.

Também há algo a ser dito sobre o desempenho de Ryan Kelley. Seu Bobby é construído com uma sensibilidade latente, de muito caráter, inocência e bondade, que acaba destacando, ainda mais, toda a tragédia dessa história.

É o amor que sentimos por Bobby que torna o filme fantástico e inesquecível.

Mais informações sobre o filme aqui


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O filme (na verdade um telefilme) estreiou no dia 24 de janeiro nos EUA, como ainda não temos previsão de quando ele chega por aqui, segue aqui um link para o mesmo (torrent e legenda) pra vocês assistirem.

(viram como eu sou bonzinho? hehe)

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Lista com 406 Bandas que utilizam o Twitter


O site COED Magazine fez uma compilação de 406 bandas que utilizam o Twitter (ainda não sabe o que é o Twitter? Então clique aqui), onde constam vários músicos, cantores, DJs e , claro, bandas.

Como a lista é bem extensa, com certeza, vai ter um monte de bandas que você nunca ouviu falar em meio àquelas que são de suas preferência. São tantas contas do twitter que você, provavelmente, vai ter de dar uma pausa antes de chegar o fim..hehe

A lista completa está aqui. ENJOY!

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Já imaginou Matrix rodando no Windows?



* Enviado pela Rosanina por e-mail

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26 de março de 2009

Antigas Idéias, Novos Ideais



* Saiu da
Revista Piauí

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Silvetty Montilla Na Globo

Segundo o blog Olhar Masculino, a drag queen mais famosa de São Paulo, Silvetty Montilla, gravou participação no seriado “Toma Lá Dá Cá”da rede Globo. O convite partiu do autor, roteirista e ator da atração, Miguel Falabella.

No episódio, que será exibido na segunda semana do mês de abril, Silvetty faz um Sheik, onde, no final, haverá uma grande festa com outras drags.

Silvetty não sabe se vai fazer outros trabalhos na emissora, mas "torce" para que aconteça. Após gravar o episódio conversou com Miguel Falabella, que disse "que a parceria não vai ficar por aí".

Vamos torcer pra que isso aconteça!

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25 de março de 2009

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Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo.

Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação.

Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.

A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

Caio Fernando Abreu

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SOBRE A DIVERSIDADE

O dicionário define a palavra 'diversidade' como variedade, diferença, oposição e contradição. Mas, ainda existem estas dessemelhanças?.

Vêem-se todos os dias enxurradas de capas de revistas e programas de TV dizendo como ficarmos igual a este ou àquela personagem ou personalidade. São receitas prontas de como termos um corpo e visual da "moda", com a promessa de podermos nos sentir agrupados a um mundo que pede uma padronização de sensações sejam elas de ordem psicológica e/ou cultural.

Seria isto realmente importante? Precisamos seguir padrões pré-estabelecidos para nos sentirmos aceitos e parte de um determinado grupo? Estamos extinguindo a diversidade para tomarmos nossa parcela em uma sociedade sempre ambígua em sua hipocrisia?

A maneira mais eficaz de crescer, tanto no aspecto intelectual quanto emocional, reside, principalmente, na valorização das diferenças entre as pessoas. Aprender um pouco mais a cada dia e estabelecer relações positivas no trabalho e na vida pessoal, só é possível a partir da troca de informações e experiências. Ambas são baseadas na comunicação, que nem sempre é bem desenvolvida. Esta situação é responsável por boa parte da frustração e angústia de nossos dias.

É importante lembrar que, nos dias atuais, aceitar a inclusão e respeitar a diversidade não é mais uma opção. É um compromisso, uma ação educativa necessária, resultado de pesquisas, conhecimentos e experiências acumuladas nos últimos tempos, que colocam em evidência alguns pontos a serem considerados quando se pretende desenvolver uma educação inclusiva na sociedade.

Em relação aos direitos fundamentais da pessoa humana, somos todos iguais, ou seja, podemos ser e somos diferentes, mas nem por isso desigual. Mesmo porque, podemos ser diferentes, mas não vivemos sozinhos e, aliás, somos mais felizes quando não somos sozinhos. Nossas diferenças, por maiores que sejam, estão em permanente interação com os outros e suas diferenças, fortalecendo a idéia de igualdade e de democracia exatamente para que possamos viver juntos e construirmos, nessa interação, um projeto de vida, de família, de comunidade, de nação ou de humanidade, ainda mais neste mundo cada vez mais globalizado, tempo das redes, da comunicação, da macro-transição.

É um jeito de pensar, de ser e de agir que é construído com base nas condições concretas de existência que nos são dadas ou impostas e sobre as quais realizamos escolhas, fazemos nossas opções cotidianas e fundamentais, ampliando nossa liberdade e bem-estar ou reduzindo-os, conforme o estrago que o pensamento dominante causa em nossos mapas mentais, nossas crenças, valores, paradigmas e interesses ou desejos. Podemos transcender aquilo que nos foi dado, podemos tomar nas mãos a própria história e conceber a nós mesmos de uma maneira mais positiva, projetando nosso futuro com uma liberdade e um bem-estar ampliados.

Valorizar a diversidade, além de ser uma atitude corporativa das melhores, é também uma necessidade e, por conseqüência, um bom negócio. Valor é aquilo que pesa na hora de tomarmos uma decisão, aquilo que tem significado e, por isso mesmo, torna-se uma prática, uma ação, uma atitude concreta a favor de algo e contra algo. Como a diversidade é um valor, há empresas aqui e no mundo que estão promovendo a diversidade em todas essas relações, buscando uma maneira de realizar os seus negócios de um jeito que respeite e até incentive as diferenças, fazendo com que elas concorram para melhorar os resultados, a relação com a sociedade e a própria vida em sociedade.

Portanto, não tema e seja você mesmo, valorize você também aquilo que o torna especial e único. Mais do que a sua cor de pele ou a sua orientação sexual (ou as duas características juntas numa só pessoa) é a sua bagagem, a sua experiência, o olhar peculiar que você possui que está sendo valorizado para construir, a partir das diferenças respeitadas e incentivadas, acolhidas e garantidas, um mix que gera essa sinergia e promove o seu sucesso, o sucesso dos negócios e uma sociedade, enfim, bem-sucedida.

A diversidade como valor fortalece e se fortalece com o movimento de responsabilidade social corporativa porque, além de tudo, está identificada com os interesses legítimos da sociedade e contribui para a superação de desigualdades intoleráveis geradas pela discriminação arbitrária, sem justificativa, injustas, portanto. As discriminações positivas, ou seja, aquelas que ajudam a corrigir as desigualdades históricas e persistentes que todos construímos (herdando ou mantendo) são bem-vindas num ambiente que valoriza a diversidade.

A beleza está no diferente, na surpresa, no inevitável. Pensamentos dissonantes trazem riqueza de colaborações intelectuais. Diversidade traça novos caminhos. Desenha estradas. Traças novas rotas. Dá-nos opção de decidir e nos obriga a desenvolvermos senso critico para deixarmos de sermos simples marionetes manipuladas para andarmos com nossas próprias pernas.

Diversidade aplica-se à formação, forma de pensar, estado civil, enfim, todas as diferenças que possam ser identificadas entre os indivíduos. Criamos dessa forma, uma consciência circular das coisas, pessoas e situações, todas elas amarradas entre si. Buscamos opiniões de terceiros que confirmem nossas crenças e demonstrem que as dos outros são insustentáveis e, conseqüentemente, ruins. A sensação de estarmos certos só pode valer como opinião, nunca como certeza ou verdade absoluta. É preciso estar alerta para o fato de que, nas questões de julgamento, estamos submetidos a interesses internos que nos justificam antes que possamos ser imparciais.


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13 de março de 2009

PARA UMA SEXTA-FEIRA BEM HUMORADA


* Saiu do Chongas

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10 de março de 2009

EXISTENCIAL

Agora estou afim de uma discussão cabeça.

Há muito tempo atrás, assistindo ao filme Waking Life (muito bom por sinal), o mesmo tratava de um assunto - dentre os muitos abordados - que acabou despertando meu interesse: O Existencialismo.

Comecei a querer entender um pouco mais sobre o assunto e tentei conhecer, nem que superficialmente, sua definição.

Quando se fala de existencialismo - numa explicação mais simplória - é querer dar rumo à existência, de ser responsável por nossas decisões e o trajeto que ela deve tomar. Escolher se eu durmo agora ou daqui a 10 minutos é uma questão tão existencialista quanto se eu devo fazer vestibular para gastronomia ou geografia.

É aquele cuja preocupação é a reflexão concreta. Da qual o homem é construtor do seu próprio destino, de que somos livres quando temos consciência de que somos nós mesmos que construímos a nossa vida e quando estamos à revelia de fatores externos que de alguma maneira possa influenciar no caminho que seguiremos, como, por exemplo, a sociedade capitalista, o poder econômico, a mídia, etc.

Sartre, um dos mais famosos defensores desta corrente, dizia que "o homem está condenado a ser livre” e que somos livres quando temos consciência de que nós mesmos que construímos a nossa vida, onde não há espaço para destino ou coisas parecidas e que somos mais do que responsáveis por aquilo que construímos.

Esta liberdade, em uma de suas facetas, como sendo o desprendimento das opiniões de terceiros, e sim o encontro entre seu ser "livre" e a realidade. Com isso, forma seus próprios conceitos, sendo assim autêntico.

O fundamento desta “liberdade” consolida-se num tripé de consciência, engajamento, autenticidade. A consciência é inata a todos os homens, independentemente de que sejam considerados autênticos ou não. Já o engajamento é uma condição justaposta à consciência (coletiva ou subjetiva), é a manifestação da liberdade no seu sentido pleno (consciência da consciência), revelando a condição de ser autêntico (aquele que tem consciência da própria liberdade).

Enfim, o fato de sermos condenados a esta liberdade nos traz um sentimento de libertação e ao mesmo tempo de responsabilidade. De que precisamos dar um basta de sempre querer culpar alguém por nossas escolhas. O sistema, a sociedade pode influenciar, mas jamais deve determinar uma escolha.


Mas..... somos livres para ser livre?


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6 de março de 2009

PARA O FIM DA HOMOFOBIA

O BHY que alertou:

Em 2001, a Deputada Federal, Iara Bernardi, criu um projeto de lei que criminaliza a homofobia, e iguala a discriminação por orientação sexual ao racismo, onde apenas no fim 2006, o projeto foi encaminhado para o Senado. (mais informações sobre o projeto aqui)

Para deixarmos bem claro como é importante que tal lei seja aprovada, o Grupo Arco-Íris lançou, na 13ª Parada Gay do Rio de Janeiro em outubro de 2008, uma petição para acumular 1 milhão de assinaturas de adesão ao projeto de lei.

Até agora, pouco mais que 30 mil pessoas preencheram o formulário com seu nome, e-mail, RG e CPF, porém precisamos de mais de 960.000 assinaturas.


Ajude na divulgação e fale para os seus amigos! Para assinar, clique no banner.




Para colocar o banner da campanha no seu site/blog, copie e cole o código abaixo:




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MANUAL DOS PSEUDO CULTS

Tornou-se um fato, a moda agora é ser cult. O problema é que a maioria das pessoas não conseguem e, no máximo, chegam a ser um pseudo cult. É algo que vai do norte ao sul do país e do mundo. Todos querem ser admiradores dos filmes vanguardistas-experimentais-setentistas do Godard e amantes da literatura introspectiva-niilista-pós-modernista de Clarice Lispector.

Afinal, para ser um cult, você precisa ter conteúdo cult. O problema é que adquirir cultura é cansativo, você tem que ler, estudar, se envolver com gente cult... por isso, para poupar pretendentes a serem cults que não sabem por onde começar, trago para vocês o Manual de Como Ser (Pseudo) Cult.

Com pequenos passos que podem ser seguidos até pelos amantes da Mulher Melancia e dançarinas do Créu, vou ensinar você leitor esperto a como carregar o título de cult, ou alternativo, ou underground, ou indie, ou o que você quiser:

Passo 1 – Tenha grana e tempo sobrando

Lógico que você NUNCA vai admitir isso, afinal, você não vai ter a grana na verdade, pois você vai ser sustentado pelos pais ou por aquela vó aposentada pelo TSE que ganha uma nota e só tem o querido netinho pra corujar. Enfim, a grana não é sua, mas você gasta. E gaste bem, com livros, filmes, ingressos para o teatro, bandas de garagem. Carro? So se for usado e surrado. Ou como você vai poder levantar a bandeira do preço alto para os eventos culturais em frente ao teatro municipal se você tem um Corolla esperando na saída? Com a grana, você não precisa se prender a coisas nada culturais como trabalho com carteira assinada, faça no máximo uma faculdade voltada para artes, comunicação ou sociologia (Filosofia, Música, Artes Cênicas, Letras, Jornalismo, Publicidade e Propaganda dão status, mas Ciências Sociais é a top). E com o tempo livre sempre se dedique a programas alternativos, bares undergrounds, cinema de artes, sebos (livraria é coisa de rico) e por aí vai.

Passo 2 – Seja sempre a frente do seu tempo

Arthur Rimbaud é um dos poetas franceses que mais marcaram o mundo (mais pela sua vida gay es-cân-da-lo-sa, do que pelo seu trabalho, enfim...). Sua obra é considerado sempre “a frente do seu tempo” (ou seja, ele morreu pobre pra ser reconhecido depois). Logo, se você deseja ser conhecido como alguém cult, você tem que ser moderninho e transgressor total. Defenda sempre idéias com um fevor absurdo, suba em cima da mesa, tenha o dom da oralidade, saiba chamar a atenção de todos para o seu redor. Torne-se um incompreendido (mas no campo das idéias sociais, não vem com nada emocional não ou tu vai ser considerado emo e não cult).

Passo 3 – Tenha estilo

Você acompanha o Fashion Rio? Então você não é culto. Você acompanha o São Paulo Fashion Week? Então você é culto só se for pra estudar tendências de comportamento e diversidade capitalista . A sua pose tem que ser inabalada. Você não pode ser escandaloso (ou vai ser bixa louca), mas você tem que saber chamar a atenção, principalmente quando você esta explicando porque aquele filme é uma droga e você prefere o livro (que você não leu). Fume muito Marlboro, Golden Gate, Gudang Garam, mas Free, Carlton e Master não pode. Só beba destiladas, Absolut comanda (mas compre-a em grupo, NUNCA só você, é coisa de burguês), vinho também, principalmente em sarais. Tenha sempre aquele ar de esnobe, aquela pose blasé, cuidado com a gesticulação, desmunhecar pode, falar arrastado pode, usar gírias em inglês pode, em português NUNCA. Sempre critique quase tudo, principalmente em espetáculos, mas quando demonstrar que gostou de algo, bata palmas sempre de um jeito que o difira do resto da multidão, quase psicodélico, de preferência com o cigarro na boca, gritinhos e assobios, sempre mantendo a pose de esnobe.

Passo 4 – Saiba vender a sua imagem

Saiu com os amigos para um café sem açúcar? Então ocupe uma cadeira só com sua bolsa de tiracolo (NUNCA use mochila, mochila é coisa de universitário que tem estágio), e sua bolsa tem que ser grande, mas nunca o suficiente para você, e cheia de buttons personalizados. Sempre deixe a sua edição da Bravo!, Caros Amigos e Carta Capital a mostra. NUNCA use roupas de marca. Sempre prefira blusas listradas (preto/vermelho ou preto/branco) jeans surrados ou bermudas, além do óculos de armação grossa preta ou branca e o All Star que pode ser qualquer modelo contanto que seja All Star, pulserinhas artesanais também dão um toque. Cabelo grande bagunçado (tipo Arctic Monkeys) para meninos e cabelo preto escuro curto ou ondulado (tipo Karine Alexandrino) para meninas. Sempre domine as conversas, principalmente depois de filmes alternativos ou peças patrocinadas pela Lei de Incentivo a Cultura, mostrando seu conhecimento de caso.

Passo 5 – Morte ao POP

Você não assiste rede Globo porque ela “manipula, distorce os fatos, aliena e lança musicas como Créu em nível nacional”. Séries de sucesso como Heroes e 24 Horas devem ser evitadas ao extremo, de Lost você deve gostar apenas da primeira temporada. Você não escuta rádio, só podcast’s especializados. Cinemark NUNCA. Porque só passa blockbusters comerciais Hollywoodianos. Nada de livros do Harry Potter, tire a fantasia da sua vida, exceto O Senhor dos Anéis e a primeira trilogia (feita) de Star Wars, mas nada de fanatismo e cosplays. Sempre tenha jazz no seu MP3, mas ele não pode ser da Apple. E sempre esteja ligado a iniciativa científica (essa bem menos), aos coletivos culturais, selos independentes, cenário underground e o mesmo do gênero. NUNCA concorde com o que todos concordam. Gente culta tem sempre opinião própria (é do contra).

Esse é um Passo a Passo de ficção, mas qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.....


"Godard me deprime"


* Retirado da comunidade Te dou Dado? do orkut

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28 de fevereiro de 2009

O BALAIO TODO

Essa é a galera que está comigo, todos os dias, no Twitter

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