30 de agosto de 2008

MUNDO MODERDO 12 (Especial)

Quem sempre me acompanha, já deve ter percebido que sou muito fã do trabalho do Adão Iturrusgarai.

Por isso, vou postar aqui uma pequena seleção dos quadrinhos que, na minha opinião, são os mais engraçados!

Ah, também passem pelo blog dele também! Vale a pena!
http://adao.blog.uol.com.br






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BLIP.FM


Ontem, pelo Twitter, estava rolando meio que uma comoção em cima desse Blip.fm. Como sou avesso a "modinhas" acabei resistindo.

Daí, que hoje não aguentei e acabei me cadastrando e descobrindo que isso é MUITO LEGAL! hehe

Sim, precisa melhorar muita coisa, mas em comparação ao Last.fm acaba sendo muito superior.

Passem lá e descubram uma nova maneira de escutar e compartilhar suas músicas preferidas!

Estou por lá e você me encontra em Blip.fm/rubinhu


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29 de agosto de 2008

PAI, SOU DRAG!

Quando morava no interior (Caçapava), eu e um então amigo da época, tínhamos o costume de vir para a São Paulo para ir às baladas. Até aí, nada de mais. Porém, quando saiamos de casa, avisávamos para as nossas mães que iríamos dormir na casa do outro. Ou seja, a coisa mais irresponsável do mundo, visto a possibilidade de alguma merda acontecer e nossos pais não saberem aonde nos procurar.

Enfim, nestas nossas “escapadas” para um então mundo novo e de descobertas, eu e XXX sempre ríamos disso e ficávamos imaginando algumas situações e como faríamos pra escapar delas, além das conseqüências de toda essa maluquice.

- Imagina XXX, um dia te dá na "loca" e você resolve que quer vir "montada" para São Paulo?
- hahahhaa, né? Aí teríamos de vir de carro...
- Ai, meu, sei lá, tenho medo. Já imaginou se por ironia da vida, roubam o carro?
- Verdade, teria de ligar pro meu pai e não seria algo que estaria muito a fim de fazer, não...
- hahah, cara, imagina você ligando e falando que está em SP e não na minha casa?
- Seria minha sentença de morte. CERTEZA.
- Mas, não teríamos opção. Você teria de ligar.
- Putz, imagina meu pai chegando ao meu encontro e eu "montada"?
- hahahah
- Cara, visualiza a cena: Ele chega, vê uma loirona de costas, aí essa loirona vira e ele vê que na verdade é o filho dele?
- hahahahahahhhahaha, cara, muito Almodóvar isso..
- Haaha, né? Ainda teria de confessar: pai, sou drag!
- hahahahahhaahah, é melhor esquecer essa possibilidade.....




PAI, SOU DRAG!

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28 de agosto de 2008

FOTOS EXCLUSIVAS

MULHER MELANCIA E MULHER JACA COMO VIERAM AO MUNDO AQUI NO BLOG



Mulher Melancia e a sua "Paixão Nacional"



Comendo a Melancia



Mulher Jaca tomando Sol em resort na Bahia



Mulher Jaca sem photoshop

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PERSÉPOLIS

Marjane Satrapi, ilustradora e quadrinista que cresceu no Teerã no seio de uma família comunista, testemunhou ainda criança a crescente repressão da liberdade civil por imposição da política iraniana, instaurada após a queda do rei Xá e a tomada do poder pelo ditador Ruhollah Khomeini.

Com 14 anos, Satrapi foi enviada para Viena, na Áustria, por seus pais, para fugir do regime iraniano. Lugar onde viveu quando cursava a escola secundária. Retornou ao Irã para fazer faculdade, onde estudou Comunicação Visual. Logo após se formar mudou-se para Strasbourg, na França. Atualmente mora em Paris, onde trabalha ilustrando e escrevendo filmes infantis.

Mas, afinal, quem é Marjane Satrapi?

Quem é essa mulher bonita, de olhos felinos, que fala com as mãos, é extrovertida e sarcástica? Uma típica figura feminina que atrai e, ao mesmo tempo, espanta. Enérgica e doce ao mesmo tempo. E usa toda essa energia, que por muito pouco não foi condenada a se esconder atrás do véu, para se revelar a própria metonímia de seu povo. Marjane era parte de um Irã que se indignava com o fato de uma garota poder ser presa por mascar chiclete e usar tênis All Star. É nesse cenário que começa sua história.



Com sua aclamada graphic novels Persépolis, onde descreve sua infância no Irã e sua adolescência da Europa, acabou por ficar conhecida em todo o mundo. A grandiosidade de seu trabalho resultou, em 2007, no filme homônimo de animação, em uma adaptação escrita e dirigida pela própria em parceria com Vincent Paronnaud.

Persépolis
, é uma animação em preto e branco composta pela real história de Satrapi, onde encontra a medida perfeita entre a inocência e a gravidade dos acontecimentos da época.



O roteiro teria tudo para ser um filme denso, daqueles que ao final da sessão sentimos um peso nos ombros, uma angústia de ser. No entanto, Persépolis consegue escapar do óbvio e ponderar os sentimentos da platéia através do seu formato leve. Trata-se de uma animação, mas não como as outras, pois economiza nos efeitos e capricha no conteúdo. Mesmo em um contexto triste, não abre mão da comicidade e mostra o quanto é possível unir elementos que parecem antagônicos. Uma complexa história contada de forma simples.

A animação tem vozes da aclamada Catherine Deneuve, Chiara Mastroianni e Danielle Darrieux.

Premiações:

Ganhou o Prêmio do Júri, no Festival de Cannes.

Ganhou o Prêmio do Público e o Prêmio MovieZone, no Festival de Roterdã.

Ganhou o Prêmio do Público de Melhor Filme Estrangeiro, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.


Curiosidades:

Sean Penn, Gena Rowlands e Iggy Pop dublaram personagens na versão americana do filme.

Catherine Deneuve dublou a Sra. Satrapi nas versões em francês e em inglês de Persépolis.

O governo do Irã enviou uma carta à embaixada da França em Teerã protestando contra Persépolis, além de pressionar os organizadores do Festival de Bangkok a retirá-lo de sua programação.

Foi o representante francês ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

O orçamento de Persépolis foi de US$ 7,3 milhões.

Persépolis (França, 2007) Direção: Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi. Duração: 95 minutos Elenco/Vozes: Chiara Mastroianni, Catherine Deneuve, Danielle Darrieux, Simon Abkarian, Gabrielle Lopes Benites.

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26 de agosto de 2008

APAIXONANDO-SE AOS POUCOS

Apesar de não te conhecer, sei que te quero.
As palavras me escapam, algumas nos enganam e fico sem reação.
Suba comigo nesse barco e vamos juntos para casa, pois sei que ainda temos tempo.

Quero ouvir sua voz esperançosa, de quem pode escolher e fazer suas escolhas.
Nos apaixonaremos aos poucos. Com esses olhos que me conhecem e que não voltam atrás.

Quero que cante sua canção, pois te acompanharei.
Me chame. Cantarei junto com você.

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POST PARCEIRO

Acabei de ler esse post no blog do Mogli e como quase morri de tanto dar risada, resolvi que preciso compartilhar isso com meu leitores (Claro para os que ainda não são leitores dele, né? :-P)

Será que eles são?

"Tudo está aparentemente indo super bem na minha vida, sem grandes crises, pelo menos até que comece o meu inferno astral. Então, vou aproveitar o ensejo e me dar o direito de escrever posts leves e supostamente divertidos. Com o passar das semanas deste semestre, já estou começando a conhecer melhor meus alunos. Assim, aqui vem o post mais manjado de todos, mas sempre divertido de ler - e escrever: Como saber se meus alunos (ou qualquer outro, na verdade) são gays?

Aparências podem enganar, claro, mas há sempre aqueles 10 detalhezinhos que entregam:

1) Óculos de sol. Não sei porque mas toda bicha adora uma aura de mistério e abusa dos grandes, de preferência aviadores os máscaras. Se for aviador espelhado (afinal, não é porque é gay que tem que ter bom gosto), não só é gay como bate cartão na The Week;

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ANOTHER GAY MOVIE

Taí um filme, que pelo menos pra mim, gera algumas controvérsias devido sua forma e a maneira que aborda o temas. Falo de Another Gay Movie (2006).

O filme – com um título parafraseando explicitamente a versão “tradicional”, Not Another Teen Movie - mostra as aventuras e desventuras de quatro amigos gays em busca da sua tão esperada “primeira vez”, sustentado por um enredo despretensioso que tem apenas a intenção de divertir.

Diversão esta, capitalizada por citações claras de filmes como "American Pie", "Mamãezinha Querida", "O Clube dos Corações Partidos", a série "Queer as Folk" e até mesmo "Austin Powers". As cenas hilárias e por vezes absurdas fazem graça com o mundo gay adolescente e também dos mais maduros, recheado de clichês que permeiam a tela propositalmente.

O filme, escrito e dirigido por Todd Stephens, retrata a vida de 4 rapazes totalmente assumidos e que freqüentam a mesma escola, onde cada um representa (de maneira bem estereotipada) alguma personalidades do universo gay masculino.

Andy (Michael Carbonaro) é o herói de dezessete anos, louco para perder a virgindade. Ele pratica sexo com frutas e legumes enquanto não chega sua hora. Griff é o nerd por excelência, intelectual, romântico e tímido, com os típicos óculos de grau que todo nerd de filme usa. Nico é a bicha fervida, espalhafatosa, com visual clubber. Jarod é o bonitão com estilo alternativo, meio skatista, meio streetwear.

O longa conta com participações especiais de figuras como Richard Hatch (o vencedor gay da 1ª edição do reality show “Survivor”), o astro pornô da Falcon, Matthew Rush, e James Getzlaff, que esteve no reality show gay “Boy Meets Boy” em 2003.

O filme circulou por festivais como o Tribeca Film Festival e o Miami Gay and Lesbian Film Festival e apesar de não ter tido muito sucesso nos cinemas americanos, o filme acabou virando cult ao chegar em versão DVD.

Mais informações em:

www.imdb.com/title/tt0443431/
www.anothergaymovie.com/

Another Gay Movie, (EUA, 2006) Duração: 92 min. Diretor(es): Todd Stephens. Roteirista(s): Tim Kaltenecker, Todd Stephens. Elenco: Michael Carbonaro, Jonah Blechman, Jonathan Chase, Mitch Morris, Ashlie Atkinson, Scott Thompson, Graham Norton, Stephanie McVay, John Epperson, James Getzlaff, Darryl Stephens, Richard Hatch, George Marcy, Matthew Rush, Joanna Leeds.




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25 de agosto de 2008

MUNDO MODERNO 11

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24 de agosto de 2008

POR QUE ESSE MEDO?



Existe um blog GAY de grande visitação que tem o estranho hábito de não dar link para as fontes de seus textos, ou então para aqueles que enviam por e-mail alguma dica ou sugestão de postagem, mesmo sabendo que este colaborador possui um blog/site.

Acredito que não seja nem necessário dizer que um link de referência à fonte é sempre de bom grado. Questão elementar de bom senso e a dignidade. O grande problema é que nem todo mundo pensa assim.

Quem tem ou já teve um blog, site, ou algo que o valha, sabe muito bem que uma das melhores formas de reconhecimento neste ingrato ofício blogueiro é um belo e pomposo link publicado em uma página com acessos bombados.

O ato de "linkar" é, senão o maior, um dos maiores diferenciais da mídia cibernética. A revolução do hypertexto veio com o intuito de permitir que o editor vinculasse um endereço de internet a uma determinada palavra ou expressão dentro de seu texto, direcionando o seu querido leitor a um novo destino - pela bagatela de um clique de mouse.

O caso dos grandes editoriais online é clássico. Seguindo a velha prática do jornalismo mão-de-vaca terceiro-mundista, os grandes portais têm o péssimo hábito de publicar matérias envolvendo ocasiões em que um simples link soaria adequado, eficiente e esclarecedor. Mas não. Como se abrir um tag "a href" fosse pecado mortal nas redações profissionais, na maioria das vezes as notícias desses jornais virtuais preferem omitir a referência, mencionando apenas "um site" ,"um famoso blog da internet" ou "tal pessoa enviou isso ou aquilo por e-mail" - reparem no uso indiscriminado do artigo indefinido.

Ainda mais deprimente é ver um autêntico blogueiro, alguém que nasceu na várzea do Blogspot e conhece muito bem a relevância de um link recebido, amarrando miséria na hora de fazer referência ao trabalho alheio.

Em busca de pauta para suas próprias publicações, qualquer editor coleciona páginas de fontes de inspiração em seu bookmark. Quem tem um blog de grande visitação recebe centenas de indicações e sugestões de pauta por e-mail, muitas das quais enviadas por outros blogueiros imbuídos do espírito colaborativo típico da blogosfera. Quando uma dica dessas vira conteúdo, que mal há em retribuir a gentileza com um pequenino link no rodapé da postagem?



O que não pode acontecer é um editor encontrar um assunto interessante e apropriar-se da idéia como se tivesse sido parida de seu próprio ventre. No exemplo acima, está simplesmente identificando a publicação em que foi encontrado o conteúdo eventualmente replicado. O sacrilégio reside na ingrata omissão da fonte, na inexplicável não-publicação de um mísero e singelo link de referência ao URL que lhe serviu de fonte.

Não ESCREVO ESSAS PALAVRAS com o intuito ou com qualquer esperança de um dia vermos um link para do meu blog no página do estimado colega blogueiro, mas com o singelo intuito de provocar uma pequena reflexão. Uma reflexão alimentada pela certeza de que a humildade é disparadamente a maior das virtudes humanas, e de que o link é a mais poderosa arma que nós temos nas mãos para lutar por uma internet mais recíproca.

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* texto levemente inspirado (ou não) no artigo de USURA NÃO!

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21 de agosto de 2008

LIBERDADE DE EXPRESSÃO?



O post original saiu daqui

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ÚLTIMOS DIAS

Após uma dica do amigo blogueiro e twitteiro Renateenho, fui pesquisar e saber um pouco mais de um filme de 2003, chamado Latter Days.

Latter Days é classificado no IMDb como um filme gay romântico com uma pitada de drama (oi?). Enfim, o longa retrata a relação de um jovem mórmon missionário (Aaron) de Idaho que é enviado para Los Angeles com outros três missionários para difundir a fé mórmon. Eles se mudam para um apartamento vizinho a um aspirante a ator (Christian) e assumidamente gay, que trabalha como garçom de um restaurante moderninho. Intrigado com os novos vizinhos religiosos, este faz uma aposta com seus colegas de que irá seduzir alguém deste grupo de missionários. Logo se percebe que o mais inexperiente do grupo (Arão) é um gay enrustido.

O filme, escrito e dirigido por C. Jay Cox (baseando-se na sua própria vida), estrelado por Steve Sandvoss como Aaron, e Wes Ramsey como Christian, estreou no na Filadélfia Gay & Lesbian International Film Festival, em 10 de julho de 2003. Logo foi exibido em todo os Estados Unidos, principalmente em festivais Gay, além de outros países.

Foi o primeiro filme a mostrar abertamente o choque entre os princípios da igreja mórmon e homossexualidade, sendo que sua exibição em alguns lugares foi bem polêmica. Diversos grupos religiosos exigiram a retirada do filme do mercado sob ameaça de boicote.

O filme não foi bem recebido pela critica especializada, embora tenha sido o mais popular no festival que foi apresentando, sendo até ovacionado de pé

Latter Days foi filmado em 24 dias com um orçamento estimado em 85 mil dólares. Todos os fundos foram adquiridos a partir de investidores que queriam ver o filme feito. Foi distribuído pela TLA Releasing, distribuidora de filmes independente, através de uma parceria com a produtora Funny Boy Films, especializada em mídia com a temática gay.

Maiores informações em:

http://en.wikipedia.org/wiki/Latter_Days
http://gaythemed-films.blogspot.com/2008/05/latter-days-2003.html
http://www.latterdaysmovie.com/

Latter Days (2003, EUA). Direção: C. Jay Cox. Elenco: Steve Sandvoss (Elder Aaron Davis), Wes Ramsey (Christian Markelli), Rebekah Johnson (Julie Taylor), Joseph Gordon-Levitt (Elder Paul Ryder). Duração: 107 minutos.

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20 de agosto de 2008

HOMENAGEM..

...a uma pessoa "especial" que sempre me visita!



Beijos

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19 de agosto de 2008

INTOLERÂNCIA E PRECONCEITO

O preconceito e uma forma de autoritarismo social de uma sociedade doente. Normalmente é causado pela ignorância, isto é, o não conhecimento do outro que é diferente. O preconceito leva à discriminação, à marginalização e à violência. Estas atitudes vêm acompanhadas por teorias e justificativas. O racismo e o etnocentrismo, por exemplo, defendem e praticam a superioridade de povos e raças.

O preconceito é motivado pelo medo. Pela falta de coragem de ir conhecer um terreiro do candomblé ou de visitar um doente com aids. O medo da lepra tem uma história milenar. Há uma espécie de preconceito espontâneo em relação a tudo que é diferente ou desconhecido.

Preconceito é uma atitude discriminatória que se baseia nos conhecimentos surgidos em determinado momento, como se revelassem verdades sobre pessoas ou lugares determinados. Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são o social, racial e sexual.

A intolerância quanto à orientação sexual é manifestada por atos conhecidos como homofobia, que se expressa através de "simples" insultos verbais, como chamar o homossexual de “bichinha”, “viadinho”, “sapatão”, “boiola” e outros. As piadas sobre homossexuais quase sempre revelam atitude de preconceito. A TV já divulgou, no Brasil, agressões bárbaras contra homossexuais, algumas provocando até a morte, por parte de grupos de jovens com mentalidade machista e, portanto, conservadora.

Todos os seres humanos têm direito à autonomia e à autodeterminação no exercício da sexualidade, que inclui o direito ao prazer físico, sexual e emocional, o direito à liberdade na orientação sexual, o direito à informação e educação sobre a sexualidade e o direito à atenção da saúde sexual e reprodutiva para a manutenção do bem-estar físico, mental e social.

A Constituição Federal estabelece a igualdade entre homens e mulheres proibindo qualquer discriminação baseada em sexo ou em orientação sexual e prega a liberdade das pessoas, de ambos os sexos, agirem como quiserem em relação ao seu comportamento sexual.

Sob o ponto de vista penal, a homofobia pode constituir um crime, prevendo pelo código penal uma pena de detenção de três meses a um ano, além de multa para quem cometer esses atos. Se houver violência física, o agressor também responderá pela agressão e a pena pode ser de até oito anos de cadeia, em determinados casos.

Exija mais que seus direitos. Exija RESPEITO!



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18 de agosto de 2008

VOCÊ TEM A MENTE SUJA??

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OZ

Todo mundo quando questionado quanto ao conhecimento de alguma série que aborda a temática GLS, sempre lembram de Queer as Folk e, da mais atual, L Word. Entretanto, nenhuma dessas conseguem ter a carga homoerótica de OZ. (Apesar de NÃO ser um série gay)

Criada por Tom Fontana, que também escreveu e co-escreveu os 56 episódios das 6 temporadas exibidas entre 1997 e 2003, Oz é uma série dramática produzida e exibida pelo canal de tv americano HBO.

Por ser transmitida pela TV a cabo OZ aproveitou desta liberdade, para mostrar de maneira nua e crua o cotidiano das instituições correcionais americana. Temas como o uso e tráfico de drogas, violência, homossexualidade e conflitos étnicos, religiosos e ideológicos são a tônica da série.

OZ é um seriado tão ousado esteticamente quanto perturbador. Seus protagonistas são anticonvencionais (assassinos e estupradores com pouca ou nenhuma qualidade redentora) e conta com um enredo que além de complexo é surpreendente.

A cada 10 minutos de episódio somos confrontados com situações que de ínicio aparentam ser simples, mas que na realidade mostram-se complexas e fascinantes, além de nos trazer ao autoquestionamento.

Por fim, pego emprestado o monólogo inesquecível, que o narrador da série, o prisioneiro Augustus Hill, utilizou para encerrar o episódio final da série.

"Então, o que nós aprendemos? Qual foi a lição de hoje, depois de incessantes dias e noites em OZ? Que a moralidade é efêmera? Que a virtude não pode existir sem violência? Que ser honesto é um defeito? Que dar e receber amor tanto nos rebaixa quanto nos eleva? Que Deus, Alá ou Jeová sabem responder perguntas que nós nem ousamos fazer? A história é simples. Um homem vive na cadeia e ele morre. Como ele morre, é fácil saber. Quem era ele e por que ele morreu é a parte complicada... a parte humana... é a única parte que vale a pena entender... Paz."

Site Oficial: http://www.hbo.com/oz/index.shtml

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UPDATE: Passando pelo blog BHY, vi o link para algumas cenas "interessantes" de Oz. Clique Aqui

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14 de agosto de 2008

VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO?



Post original no Blog do Adão - De quem sou MUITO fã! :D

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13 de agosto de 2008

REFLEXÃO

Solidão não é o retiro voluntário que a gente
se impõe às vezes,
para realinhar os pensamentos...
isto é equilíbrio.

Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente
para que revejamos a nossa vida...
isto é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
isto é circunstância.

Solidão é muito mais que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos,
e procuramos em vão pela nossa Alma!...

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12 de agosto de 2008

BEM VINDO A BREST

Filmado com uma clara referência as pinturas de George Quaintance e pela escola surrealista de artistas como Giorgio de Chirico e Salvador Dalí, uma obra marcada por desenhos de marinheiros mal vestidos e permeado pelos ácidos tons amarelo e laranja, um grande filme tomou corpo. Falo de Querelle (1982). Último longa do diretor Rainer Werner Fassbinder (que faleceu devido a uma overdose de drogas logo após a conclusão das filmagens) e adaptado a partir do romance Querelle de Brest, obra do autor francês Jean Genet.

Com o enredo centrado na história do jovem marinheiro francês Querelle, quando este chega a Brest e começa a freqüentar um estranho bordel. Ele acaba descobrindo que o seu irmão é o amante da dona, Lysiane. Quem, neste lugar, aceitar uma disputa de jogo de dados com o famoso Nono, marido da dona do bordel, e ganhar, faz amor com Lysiane. Mas, no caso de derrota, faz sexo com Nono. Porém é extremamente nítida a vontade de Querelle em querer perder esse jogo.

Trata-se de um filme diferente, tanto na sua concepção quanto no seu conteúdo. O cenário é visivelmente gravado em estúdios. Gerando assim, uma pertinente teatralização para a história. Com a luz que recai sobre os atores, esta enfatiza o aspecto sombrio em torno dos personagens e consegue nos envolver naquela atmosfera carregada ao extremo pelo erotismo.

Aborda de maneira corajosa, para a época, o tema da homossexualidade (período onde inúmeros casos de AIDS começaram a pipocar na mídia, onde ainda “creditavam este vírus como doença de Gays”) sendo provocador àqueles que discriminam os que são favoráveis a esta orientação.



Com a frases "todo homem mata aquilo que ama", temos a máxima que pontua a subversão desse filme. Há um crime, que termina por envolver várias pessoas, as que desembarcaram no porto, e as que vivem ali. Quem morreu? Quem matou? O que tem Querelle com toda essa história? Pontas abertas que nos levam a reflexão.

No decorrer do filme podemos observar e constatar a transformação de um jovem garoto em um homem. Com isso, Querelle acaba subvertendo a ordem de um jeito que encanta.

A visão que Fassbinder nos ofecere é do ponto de vista de personagens marginalizados. A vida em cantos obscuros vista e questionada por personagens mais obscuros ainda. No decorrer do filme podemos observar um jovem garoto que se transforma em um homem. Querelle acaba subvertendo a ordem de um jeito que encanta.

Com excelentes interpretações de Brad David como Querelle, de Franco Nero como Tenente Seblon e de Jeanne Moureau no papel de Lysiane. (Por sinal a única mulher do filme. Seria alguma referência Freudiana?)

Curiosidades:

- Jean Genet, autor da obra que inspirou o filme, aparentemente nunca chegou a assistir ao longa por alegar que não gostaria de reviver as situações contadas no romance.

- Existe um documentário, intitulado The Wizard of Babylon, rodado em paralelo as filmagens de Querelle que incluem as últimas tomadas do diretor Fassbinder antes de sua morte.


Querelle. 1982. Alemanha. Direção: Rainer Werner Fassbinder (As Lágrimas Amargas de Petra von Kant). Elenco: Brad Davis (Midnight Express), Franco Nero (Django), Jeanne Moreau (Jules et Jim), Gunther Kaufmann, Hanno Poschl. Gênero: Drama, Policial, Romance. Duração: 108 minutos.

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IMAGEM DO DIA

Piada interna :P

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11 de agosto de 2008

DRA. ANDREIA

Gente, eu preciso, PRE-CI-SO contar essa história aqui:

Daí que a Lele (Te dou um dado?) recebeu um perfil como sendo um fake, de uma pessoa que teve suas fotos roubadas:


http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=14275389119395511708


E tipo que o perfil tem foto da mulher de calcinha e sutiã e ela acabou achando uma puta sacanagem.

O que ela (Lele) pensou? Que talvez a mulher tivesse pedido pra alguém consertar o PC e fizeram isso. Porque tem tudo lá, telefone, tudo.

Não é que a Lele foi pesquisar a mulher no Google? Achou o telefone do escritório dela. E acabou ligando pra avisar.

A cereja do bolo: A mulher disse que o perfil era REALMENTE dela. E ainda disse "não tá aparecendo nada, ué, só um biquíni vermelhinho".

Tirem suas conclusões:

não tá aparecendo nada, ué, só um biquíni vermelhinho

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ODEIO MUITO TUDO ISSO

Não sei bem ao certo, mas acho que uma das coisas que mais me incomodam é gente que se acha: aquelas pessoinhas prepotentes que agem como se fossem a oitava maravilha, mas na verdade mal entendem daquilo em que pretendem ser especialista.

Bem, na verdade eu ODEIO todo tipo de pessoa que se acha: Odeio quem se sente superior aos outros, MAS NÃO É SUPERIOR, SÓ ACHA QUE É. Quem nos interrompe. Quem sempre necessita impor seu ponto de vista. De gente prepotente, pedante e que gosta de humilhar. De quem não aceita críticas, porém ADORA criticar. Odeio pessoas atrevidas e que, ao seu modo, acreditam que seu pequeno mundo fechado e VIP (defina VIP) é repleto de amigos, onde somente estes são os mais comunicativo e mais bem relacionados.

Prontofalei

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QUESTIONAMENTOS

Durante um momento de minha vida acreditei que era imune a depressão. Sentia que nada e nem ninguém poderia se intrometer entre mim e meu futuro.

Porém, quando cheguei na casa dos 20 e poucos anos, comecei a me sentir deveras triste. Durante o caminho deixei de falar com algumas pessoas. Fui-me isolando mais e mais. Não conseguia mais me integrar. Nessa altura achei que era o oposto de tudo. Que era imune a felicidade.

Acredito que atualmente esteja numa fase mais equilibrada. Talvez crescer seja isso. Não sei a opinião das outros que convivem comigo, mas acho que estou mais maduro e tenho conseguido evitar os picos de euforia e de tristeza.

Talvez não seja muito bom ficar se analisando a todo minuto. Entretanto, começo a achar que é no autoquestionando que podemos, quem sabe, encontrar algumas respostas.

Não, é?

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10 de agosto de 2008

HAHAHAHAHAHAHAHA





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8 de agosto de 2008

MUNDO MODERNO 10









Cara, meu sonho é ser amigo do Adão! Ele manda muito bem!! haha

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7 de agosto de 2008

FALTA DE ÉTICA

O Carioca Virtual já comentou, mas também tenho de dar meu pitaco.


Daí que no O Globo Online saiu esta perola:

Nem vamos comentar a total falta de credibilidade dos portais da Globo.com, por que seria chover no molhado. Vide o portal EGO que não me deixa mentir.

Mas, como uma mídia que têm milhares de acessos diário pode ter esta total falta de responsabilidade e ética e deixar que publiquem uma chamada dessas?

A pesquisa você pode ler aqui.

O IBGE e a FGV, uns dos principais institutos de pesquisa do país, quando apontam que um determinado índice teve variação positiva ou negativa, sempre tomam como base uma amostragem fixa do universo pesquisado.

Com isso, acompanham esta amostragem (que pode ser pessoas, produtos, etc) durante um determinado tempo - que podem ser dias, meses ou anos -, observando seu comportamento e mudanças no decorrer do período estudado e como isto pode influenciar no resultado final apresentando.

Enfim, como a própria nota do O Globo diz, não existe uma metodologia e tão pouco uma política que defina realmente este grupo de indivíduos (homens gays). Ou seja, não existe uma base fixa de pessoas para definir com absoluta certeza que uma determinada classe de pessoas tenha maior ou menor prospecção de contrair o HIV.

Fica completamente difícil sustentar a afirmação que “o risco de contrair HIV ainda é alto em gays”. Pois, como a ressalva do mesmo texto, 44% dos 128 países pesquisados não apresentaram dados específicos sobre gays e bissexuais, por motivos que vão além de nossa compreensão.

Para elucidar melhor as idéias, uma explicação bem simples:

Determinado produto – por exemplo o feijão – têm 10 marcas diferentes e os mais variados preços. Que vão, sei lá, de R$ 1,00 a R$ 10,00. Você acompanha durante 1 ano a variação de preço destes 10 produtos. No final você consegue dizer o quanto o preço médio variou mês a mês e quanto será a variação e acumulado final.

Agora digamos, que por algum motivo, 5 marcas deixam de participar da pesquisa, sendo as únicas restantes as de maior valor. O preço médio do acumulado final será maior? SIM. Reflete uma realidade? Claro que NÃO.

É a mesma coisa com os casos de contaminação de HIV. Ainda não se tem o número real de quantos homens são hetéros e quantos são homossexuais. O que se têm é apenas uma estimativa e um senso comum preconceituoso que todo gay é promiscuo. Pensamento esse, muito grave e que precisa ser descartado o quanto antes.

Só que, infelizmente, nossos queridos executivos de mídia não querem nem saber e deixam que notas como essas sejam difundidas de maneira porca e sensacionalista com o simples intuito de atrair “hit’s” para sua página na web.

Estes mesmos senhores engravatados, não colocam suas mãos na consciência para perceber e discernir que nem todos têm a preocupação de ler a nota na íntegra e acabam lendo APENAS o título ou chamada desta. Aí, o que deveria ser um veículo IMPARCIAL e formador de opinião , acaba plantando uma idéia inverídica sobre um tema, que é, em suma, polêmica e pode acarretar em histeria coletiva. ( A mesma coisa que acontece quando noticiam que o preço disso ou daquilo aumentou)

Ainda bem, que existem os blog's, que apesar de sua informalidade, têm mais responsabilidade social e com a informação do que os grandes veículos de comunicação sedentos por faturamento.

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6 de agosto de 2008

FILMA EU GALVÃO!

Cara, estou me achando agora!
Esse humilde blog foi indicado na coluna, Destaques GLS, do querido jornalista Sérgio Ripardo na Folha Online.

Pronto, agora é só esperar o convite pra participar do próximo Big Brother (risos).


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4 de agosto de 2008

MUNDO MODERNO 9

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