31 de julho de 2008

CLIQUE NA IMAGEM...

... e leia o texto. É para refletir!

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30 de julho de 2008

Os Gays e o movimento Bear

Posso falar? Ando de saco cheio destes gay's que glamourizam TANTO as formas físicas, corpos malhados e tals, que quando olham pra alguém acima do peso os reduzem como seres doentes e largados. Oi? Como assim? Ah, não aceito![/betinabotox]

Nada contra MESMO aos que malham e fazem disso sua razão de viver, porém quando alguns ainda acharem que podem marginalizar aqueles que não seguem esta filosofia (?) de vida, NINGUÉM vai me calar! [/aloka]

Para ajudar a pensar sobre essa questão, cito Paul-Michel Foucault quando ele diz mais ou menos assim: “Nem tudo é certo ou errado, mas tudo é perigoso”.

Atualmente existe um movimento de inclusão que busca primar pela diversidade, conhecido como BEAR Culture, onde este deve e precisa ser visto não apenas como um conjunto de gordos (ou mais patologicamente, como alguns gostam de dizer, obesos) defendendo um estilo de vida largado. Aliás, ver este movimento assim é extremamente redutivo e não representa a realidade da maioria de seus membros.

Enfim, o movimento gay iniciado nos anos 70 acabou se tornando tão conservador quanto a ala mais conservadora de qualquer sociedade nos seus mais diferentes níveis. Esta parcela estipulou (de maneira velada, mas nem um pouco despudorada) um modelo de homossexual a ser seguido: Branco, classe média, urbano, intelectualizado, com forma física perfeita. Isso, acabou por marginalizar outras maneiras de se viver a sua homossexualidade.

Simplesmente, esse movimento gay, tão repressivo quanto os movimentos da TFP* (Tradição, Família e Propriedade), estigmatiza com rótulos toda e qualquer outra forma de se sentir integro. Cabe lembrar que ciência e ideologia (burguesa?) sempre andaram de mãos dadas. Foi assim que a homossexualidade, durante muito tempo, figurou no CID (Código Internacional de Doenças).

Foi também baseado nessa questão de ciência e ideologia que, no início do século passado, reuniram provas científicas para provar a inferioridades dos indivíduos negros, inclusive ao ponto de considerar os negros como uma “outra” raça. Acho que não preciso citar o holocausto e todas suas implicações, né?

Apesar de não acreditar muito em rótulos, acho este tipo de movimento (bear) fundamental para resgatar a estima de muitos indivíduos que, por não possuírem o corpo do Tarzan, a voz da Jane e o cérebro da Chita são deixados a margem por não serem considerados “bonitos” e charmosos". O resto é ideologia de alcova disfarçada de liberdade.

No mais aconselho, novamente, Focault:

“Duvide de tudo que está pré-estabelecido. A liberdade, deste modo, será somente a troca de uma prisão.”


Vergonha!


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*UPDATE: Conforme dica nos comentários, texto alterado.

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29 de julho de 2008

EXISTENCIAL

Estou um tantinho a fim de uma discussão cabeça (presunçoso alert).

Há tempo, após ao filme Waking Life (muito bom por sinal), este tratava de um assunto - dentre os muitos abordados - que  meu interessou muito: Existencialismo Comecei a querer entender um pouco mais sobre o tema e conhecer, nem que superficialmente, sua definição  e pensadores.

Quando se fala de existencialismo - numa explicação beeem simplória - é querer dar rumo à existência, de ser responsável por nossas decisões e o trajeto que ela deve tomar. Coisas simples, como escolher se eu durmo agora ou daqui a 10 minutos é uma questão tão existencialista quanto se devo fazer vestibular para gastronomia ou geografia.

Cuja preocupação é uma reflexão concreta. Na qual o homem é construtor do seu próprio destino. De que somos livres quando temos consciência de que somos nós mesmos que construímos a nossa vida e e que estamos à revelia de fatores externos que, de alguma maneira, possa influenciar no caminho que seguiremos, como, por exemplo, a sociedade capitalista, o poder econômico, a mídia  etc.

Sartre, um dos mais famosos defensores desta corrente, dizia que "o homem está condenado a ser livre” e que somos livres quando temos consciência de que nós mesmos que construímos a nossa vida, na qual não há espaço para destino ou coisas parecidas e que somos mais do que responsáveis por aquilo que construímos.

Essa liberdade, em uma de suas facetas desse pensamento, trata-se do total desprendimento das opiniões de terceiros, e sim o encontro entre seu ser "livre" e a realidade. Com isso, forma seus próprios conceitos, sendo assim autêntico.

O fundamento desta “liberdade” consolida-se num tripé de consciência, engajamento, autenticidade. A consciência é inata a todos os homens, independentemente de que sejam considerados autênticos ou não. Já o engajamento é uma condição justaposta à consciência (coletiva ou subjetiva), é a manifestação da liberdade no seu sentido pleno (consciência da consciência), revelando a condição de ser autêntico (aquele que tem consciência da própria liberdade).

Enfim, o fato de sermos condenados a esta liberdade nos traz um sentimento de libertação e ao mesmo tempo de responsabilidade. De que precisamos dar um basta de sempre querer culpar alguém por nossas escolhas. O sistema, a sociedade pode influenciar, mas jamais deve determinar uma escolha.


O que nos faz pensar..... somos REALMENTE livres para ser livre?


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DEDO AMIGO

Recebi da queridíssima Eliane Maciel, dona e proprietária do blog Mil Olhares, o selo "Diz Que Até Não é Um Mau Blog"

É uma brincadeira que rola na internet, onde se manda o selo para 9 blogs considerados de qualidade. (Lembrando sempre que o que é qualidade pra mim, talvez não seja pra você, né?)

Enfim, como são muitos amigos blogueiros acho que será difícil escolher apenas 9!!

Oh e agora quem poderá me ajudar? Hehe

Vamos as regras que existem para repassar o selo:

- O prêmio deve ser atribuído aos blogs que vocês considerem bons;

- Entende-se como bons blogs aqueles que vocês costumam visitar regularmente e deixar comentários;

- Se você recebeu o selo “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post indicando a pessoa que lhe deu o prêmio, e um link para o respectivo blog,

- Neste post devem aparecer o selo e as regras;

- Indique outros nove blogs ou sites para receberem o prêmio;

- Exibir orgulhosamente o selo do prêmio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele e de quem te presenteou.

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28 de julho de 2008

MUNDO MODERNO 8


hahahahahahahaha *morri*

Saiu da Folha de São Paulo de hoje.

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27 de julho de 2008

Hi, stranger


-Sempre te amei. Odiaria te magoar.
-Então por que me magoa?
-Porque sou egoísta. Acho que serei mais feliz com ela.




Passou na rede Globo, um dos filmes que mais marcaram minha vida. Falo de CLOSER, estrelado por Julia Roberts, Jude Law, Clive Owen e Natalie Portman.

O filme retrata, de maneira eficaz, o que parece ser uma terapia de casais. A todo momento o divã ocupado por esses ricos personagens é compartilhado conosco, mostrando que a verdade acaba sendo muito mais cruel do que poderia ser.

O uso dessa “verdade” não é o reflexo da excelência de caráter e sim um escape. Uma desculpa. Transformando-se em uma arma altamente destrutiva. Principalmente quando utilizada exatamente para ferir quem amamos.

Os perfis apresentados são estereótipos do quão destrutivo podem ser as relações amorosas, do quão destrutivo o amor possessivo corrói o mais verdadeiro dos sentimentos e de que como as próprias pessoas são destrutivas em função da ausência de amor-próprio.

Passamos a reconhecer que a verdade está muito além dos nossos olhos. De que está apenas disponível ao uso de quem melhor interagir com ela. E nos faz acreditar que dizer a verdade não é garantia de felicidade. Que no carrossel da vida experimentamos o ápice do descontentamento e da desilusão. De que no mesmo momento em que podemos declarar o amor também podemos promover o ódio.





Em “Closer”, o sexo é orgulho ferido, mesmo sem ser explícito. Consegue nos convencer como as convenções impõem de maneira incrédula à ostentação do orgulho, em resposta ao próprio amor.

É aquela questão de que as pessoas não se amam verdadeiramente, mas que apenas precisam uma das outras. De que o ser humano é fraco, egoísta e autodestrutivo. Até mesmo quando se permite a amar, quando deveria ser, na verdade, a sua salvação, sua redenção.


O filme me fez (e ainda faz) acreditar que o amor é mera distração. Que o amor é o olhar de um desconhecido. É o olhar para o seu próprio umbigo. Talvez, o amor não sirva quando se revela desconhecido para si próprio, afinal amar trata-se de autoconhecimento.



- Quando eu voltar, por favor, conta a verdade?
- Por quê?
- Porque estou viciado nela.

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26 de julho de 2008

SIMPLESMENTE NERUDA

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer.
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas.
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos.
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso,
só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e apagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Retirando daqui que também tinha retirado deste aqui

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21 de julho de 2008

WHAT ARE YOU DOING?

Daí que ando sem saco e sem assunto para esse espaço aqui, por isso a demora para as atualizações. Enfim, seguindo a dica de alguns colegas internautas, acabei descobrindo uma brincadeira que até então achava que era a coisa mais boba e idiota do mundo. Me enganei bonito. É SUPER LEGAL!! Nele você fica atualizado no que o seu amigo está fazendo, o que ele está lendo e o que ele pretende fazer. Ou até mesmo fofoquinhas da rede (sim, eu sou A frivolidade em pessoa).


Estou falando do Twitter, que nada mais é que uma comunidade de amigos e pessoas desconhecidas que mandam updates, flashes do que elas estão fazendo no momento ou o que ela quer que você preste atenção. Tal como no MSN e no novo Windows Live Messenger, onde aparece o nick do seu amigos e uma mensagem um cinza (aquelas mensagens clichês..hehe) que pode ser definida por você, o Twitter é uma cópia destas, onde permite que você coloque mensagens extremamente curtas, as quais serão enviadas para todos seus amigos.


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17 de julho de 2008

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE




Eita povo talentoso!!

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MUTANTES

Apesar de uma segunda temporada fraca, Heroes continua sendo uma das séries de TV mais divertida dos últimos tempos.

Criada por Tim Kring, a série mostra a saga de pessoas comuns ao redor do mundo que de um momento para outro descobrem que possuem super-poderes e a partir daí tentam lidar com o efeito que isto causa em suas vidas.

Com previsão de estréia da terceira temporada no dia 22 de setembro, a emissora NBC no intuito de "esquentar" os ânimos dos fãs da série, lançou uma leva de webisódios (episódios feitos especialmente para a web) dos superpoderosos em seu site. Chamada "Going Postal" a série de três partes estreou no dia 14 de julho e terá as demais partes exibidas nos dias 21 e 28 deste mês.

O primeiro webisódio, "A Nifty Trick" (Um Truque Esperto) começa com uma boa mistura de ação e humor: o carteiro Echo está fugindo e enfrenta um cachorro feroz que está em seu caminho usando seu poder: um grito avassalador.

Porém, dois homens vêem o carteiro, literalmente, espantando o cachorro a grito e se apresentam como parte de uma companhia especializada em ajudar pessoas como ele, prometendo ajudá-lo a desenvolver seu dom. Esperto, Echo não cai nessa conversa e luta com os capangas usando novamente seu grito poderoso.

Está afim de conferir? O mesmo já está disponivel no Youtube:



E para deixar os fãs (como eu) mais ansiosos, abaixo o teaser da 3º Temporada, entitulada "Villains":

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INDIGNAÇÃO

Eu não queria falar sobre isso aqui. Porém, existem situações que extrapolam TODOS os sentimentos de indignação que um ser humano possa ter.

Após as últimas notícias sobre as ações desastrosas da Polícia Militar em várias cidades do país, a situação teve seu ápice no caso do seqüestro – e morte - do administrador Luiz Carlos Costa, de 36 anos. Ele foi morto a tiros após ser confundido com o bandido que o teria seqüestrado minutos antes da intervenção da PM.

Segundo a reportagem da Folha, os funcionários do hospital onde ele e o seqüestrador foram atendidos alegaram ter recebido da PM a orientação para não ter pressa em socorrer os feridos, pois seriam "dois bandidos". (Oi? E os direitos humanos?)

Depois, o RP da PM, tenente-coronel Rogério Leitão, (em comentário mais que infeliz) diz que os militares envolvidos no caso agiram em legítima defesa, e reagiram a uma "injusta agressão" que partiu do seqüestrador.

Meu Deus! Isso está ultrapassando todos os limites do bom senso. Em menos de um mês a Polícia Militar já fez outras vítimas inocentes e continua dando show de incompetência.

Falta preparo? Acompanhamento psicológico? Dinheiro? O que explica as sucessivas ações desastrosas da polícia?

Para refrescar a memória, sobre alguns casos: um estudante de 17 anos foi executado em uma boate, um adolescente de 13 anos foi espancado até a morte no Carnaval e, o mais recente , policiais resolvem metralhar um carro com mulher e duas crianças.

Resultado: Uma criança de 3 anos assassinada e várias família destruídas. Sem contar os que passam por humilhações por serem negros ou pobres. Os que se dizem autoridade apenas pedem desculpas e, no máximo, expulsam os policiais envolvidos.

Resolvem os problemas? Claro, que não! Infelizmente, acredito que estes episódios serão apenas alguns dados para os arquivos de estatística. Triste.

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Conforme apontou Flávio Ricco, parabéns para o cinegrafista do SBT - Rio, José Lucas, pelas imagens colhidas no flagra da desastrada ação da PM carioca, que culminou com a morte do administrador Luiz Carlos Soares da Costa, e que foram exibidas por todas as outras emissoras brasileiras.

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UPDATE: Acabei de ler (aqui) que os PMs envolvidos no caso acima NÃO serão indiciados. Nada mais a declarar.

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16 de julho de 2008

DICA DO DIA

Há pouquíssimo tempo conheci o trabalho da cantora Kathleen Edwards. Fiquei maravilhado pela poesia de suas músicas, além, é claro, por seu timbre de voz especial.

Edwards, nasceu no dia 11 de julho de 1978 na cidade de Ottawa, Canadá. Filha de pais diplomatas, viveu parte de sua vida e juventude na Coréia do Sul e Suíça. Com 5 anos começou a estudar violino, estudos estes que continuou por 12 anos e impactou sua carreira musical. Por ter vivido no estrangeiro e longe do mainstream comercial americano, teve como influência – e referência – musical os trabalhos de Neil Young e Bob Dylan.

Seu trabalho, uma mistura de folk e pop, fez seu álbum de estréia – Failer (2003) - ser extremamente aclamado pela critica especializada e de onde saíram os hits "Six O'Clock News" e "Hockey Skates". Seu debut em 2003 teve declarações positivas da Rolling Stones, onde esta a destacava como uma das cantoras mais promissoras do ano, além de notas na Blender e The New York Times.

Em 2005, a faixa "Summerlong" (do álbum Back to Me) esteve na trilha sonora do filme Elizabethtown, estrelado por Orlando Bloom e Kirsten Dunst.

Vale a pena conhecer, ou pelo menos, conferir um pouco do trabalho desta cantora.


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15 de julho de 2008

MUNDO MODERNO 7 (Sessão Dupla)


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14 de julho de 2008

MOMENTO NERD

Sim, eu achei engraçado! :P



Eu vi aqui

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EM QUE POSSO AJUDÁ-LO?

Em meados de 2001, logo após sair da casa dos meus pais, precisava urgentemente de uma colocação no mercado (leia-se: um emprego) para poder sobreviver. Porém devido minha falta de experiência em carteira, a única oportunidade que apareceu na ocasião foi trabalhar com telemarketing.

Lembro-me, como se fosse hoje do meu ingresso nesse mundo, até então desconhecido. Nunca esqueço dos gritos e reclamações dos clientes, dos feriados e finais de semana perdidos e das cobranças para atingir as metas estipuladas. Sendo que, após passar por todo este “sofrimento”, quando chegava o fim do mês era agraciado com um ótimo salário [/sarcasmo].

Enfim, apesar de tudo isso, tenho uma confissão a fazer: Eu amava aquilo. Sim, é sério. Gostava do clima e daquele ambiente. Tanto gostava, que apenas após 10 meses “na linha”, fui promovido a supervisor, função essa que desempenhei até pouco tempo.

Hoje, fora deste mercado, observo tudo que está relacionado e fico chateado com os que são preconceituosos com aqueles que trabalham nesse ramo e as críticas que estes recebem quando estão apenas desempenhando sua função. ( Eu apenas sou critico e chato, quando recebo uma ligação - ou sou atendido - por um operador extremamente mal preparado que não sabe se portar na ligação ou não tem domínio daquilo que está ofertando/dando suporte)

Muitos destes operadores são mal-remunerados, trabalham sem a mínima estrutura e vivem sobre uma pressão que apenas aqueles que viveram/vivem neste ambiente pode exemplificar.

Sei que muitos vão dizer: Porquê continuam trabalhando com isso?

Caro colega, apenas digo que o buraco é BEM mais embaixo, porém isso é um assunto para outro post.

HISTÓRIA

O termo Telemarketing, foi criado por Nadji Tehrani em 1982, que designa a promoção de vendas e serviços via telefone ou seja marketing pelo mesmo. Atualmente, o termo foge disso, pois também abrange a telecobrança (cobrança via telefone), atendimento ao consumidor e o suporte técnico. Pode-se dizer que o telemarketing é um "atendimento telefônico comercial ou não padronizado" que segue certos roteiros ou scripts de atendimento.

Porém, nos anos 50, revistas e jornais já publicavam anúncios com um número de telefone para o qual as pessoas podiam ligar solicitando os produtos/serviços anunciados.

Existe uma foto de 1954 da Eletropaulo mostrando uma mesa com 10 telefones que eram atendidos por homens de paletó e gravata prestando serviços aos consumidores da antiga “Light”. As ligações demoravam de 30 a 60 minutos. Ainda nessa década, a Ford capacitou 15 mil mulheres americanas que fizeram 20 milhões de ligações de suas residências para definir o mercado potencial de compradores de carro.

Na década de 70, 7 milhões de consumidores americanos eram abordados por telefone para pesquisas, ofertas ou vendas. Quase 50% dessas pessoas eram receptivos às ofertas e a atividade gerou 6 bilhões de dólares anuais.

Nos EUA, nos anos 80, nasceu o termo Telemarketing, significando vendas por telefone e nessa época, administradoras de cartão de crédito e editoras iniciaram a atividade no Brasil.

Na década de 90, houve o surgimento do termo Call Center, que foi empregado nos diversos segmentos de mercado: Comércio, Indústria e Serviços. Com isso, sua aplicabilidade aumentou consideravelmente, atuando em outras áreas, como: SAC, pesquisa, cobrança, agendamento de visitas para vendedores, retenção, help desk e pós-venda.

Com o advento do CTI (Integração do computador à Telefonia), as empresas passaram a tratar melhor sua base de dados, possibilitando agregar fax, conectar-se à Internet (Contact Center) e oferecer melhores serviços aos clientes, inclusive com ofertas bem direcionadas e pertinentes.

Em 1993, a telefonia celular iniciou suas atividades em São Paulo, o que trouxe um aumento na demanda de ligações dessas operadoras oferecendo aparelhos de telefone e demais serviços relacionados.

Neste início de século, os números da atividade impressionam. Nos EUA, o Telemarketing gera uma receita bruta anual de 435 bilhões de dólares, emprega 4 milhões de pessoas que fazem mais de 100 milhões ligações diárias. No Brasil, estima-se que o mercado gere 67,4 bilhões de reais representando 6,3% do PIB, empregando 500 mil pessoas que fazem mais de 10 milhões de ligações por dia.

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11 de julho de 2008

UIIIIIIIIIIIIII!


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ENCARCERADO

"Estou desaparecendo lentamente porém de maneira definida. Como o marinheiro que vê o litoral de sua terra natal desaparecer, vejo meu passado recuar. A chama de minha vida ainda arde, mas a maior parte está reduzida às cinzas da memória. A partir do dia em que assumi minha vida neste casulo, fiz duas breves viagens á medicina parisiense,para ouvir o veredicto dos luminares de medicina. Chorei um pouco quando passávamos pelo café da esquina onde costumava parar para comer algo. Choro discretamente, mas os profissionais referem-se a esse fato como "lacrimejamento".

Trecho do Livro - O Escafandro e a Borboleta

Jean-Dominique Bauby, ex-editor da revista Elle, sofreu um acidente vascular encefálico grave em 1995 que o deixou tetraplégico e sem conseguir falar. Em outras palavras, ficou no estado de encarceramento, no qual a consciência é preservada e a comunicação faz-se através de movimentos oculares ou palpebrais. Usando apenas a pálpebra esquerda, Jean-Dominique foi capaz de "ditar' um livro inteiro, letra por letra, no qual narra suas experiências com a síndrome do encarceramento.

Com base nessa premissa, o diretor Julian Schnabel (Antes do Anoitecer) conduz para as telas dos cinemas, o filme O Escafandro e a Borboleta (2007).

O longa não se apega aos elementos mais tristes dessa tragédia pessoal, não enfatiza os elementos capazes de arrancar lágrimas fáceis. Prefere a sobriedade e aposta na original decisão de colocar o público na pele do personagem. O Escafandro e a Borboleta sabe explorar as observações ácidas e a ironia inerente ao personagem central. Essa talvez seja a maior arma que o filme possui para fugir da armadilha perigosa da pieguice, para tratar esta condição especial do seu protagonista de um jeito tão tocante e leve. Dentre outras qualidades, é isto que o faz uma obra acima da média.

O filme conquistou o Prêmio de Diretor no Festival de Cannes 2007 e também o Globo de Ouro 2008 de Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro (França)

Uma curiosidade: Antes de Mathieu Amalric ser contratado para interpretar Bauby, os produtores convidaram Johnny Depp, que não pôde aceitar por ainda estar comprometido com as filmagens de Piratas do Caribe 3.


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MILAGRE DA VIDA









Tem mais aqui

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9 de julho de 2008

MEU PRÍNCIPE*

Quando Renata conheceu Daniel, estava de viagem marcada para outro país. Iria tentar a vida em terras estrangeiras. Porém, para uma simples garota do interior que sempre sonhara com a imagem de seu “príncipe encantado”, acreditava que na pessoa de Daniel estaria a realização de todos os seus sonhos.

Ele sempre se mostrava carinhoso, sensível e companheiro. Emocionava-se com todos os momentos vividos ao seu lado. Exultava a presença de Renata em sua vida. Por isso, desiste de sua viagem, abandona seus antigos planos e se entrega para um novo desafio, ao lado do homem que amava.

Renata sentia que sua vida percorria um novo trilho, partindo de uma nova estação e desconhecia plenamente o destino que aquele caminho a levaria. A única certeza que tinha era o sentimento que assolava seu coração, naqueles momentos.

Ela foi ao encontro de seu príncipe. Enfrentou as pequenas adversidades que se deparou pelo caminho. Venceu, uma por uma, para manter de pé suas convicções e nunca deixar de acreditar naquilo que lhe fez mudar os rumos de sua vida.

Passaram-se os anos. O amor não era como antes. O relacionamento começara a se estilhaçar como vidro. O respeito e a confiança não andavam mais lado a lado. Decidem romper o que já estava desconectado.

Renata, retornou para sua terra natal. Retomou seus antigos sonhos. Busca, agora, novas certezas. Entretanto, nunca se esqueceu da sua vida ao lado deste que um dia chamou de “meu príncipe”.




* Baseado em fatos reais. Nomes e sexualidade foram trocados para preservar a identidade dos envolvidos.

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8 de julho de 2008

HANCOCK

O diretor Peter Beger, conhecido pelos terríveis Uma Loucura de Casamento e Bem-Vindo à Selva, além do fraco - e recente - O Reino, volta ao circuito com uma mistura de comédia e drama existencial no mediano Hancock (EUA, 2008).

O filme, encabeçado pela (sempre eficiente) persona de Will Smith, narra à história de um super-herói alcoólatra a amargurado que perde sua popularidade entre aqueles que protege quando suas tentativas de resgate e salvamento acabam resultando em desastres, muitas vezes, maiores do que aqueles que teoricamente deveria evitar. Entretanto, após salvar Ray Embrey (Jason Bateman), um agente de relações públicas, ele se oferece para ajudá-lo e, com isso, melhorar sua imagem.

Seguindo todos os itens da cartilha hollywoodiana, durante seus 92 minutos de duração, o longa mostra-se um amontoado de clichês, efeitos especiais e tiradas (supostamente) engraçadas, o que acabam tornando, o mesmo, mais previsível possível.

Com um início que empolga e uma premissa interessante – um herói à margem de uma sociedade que prima pelo “politicamente correto” e seus conflitos internos – o filme torna-se enfadonho e cansativo a partir de seu segundo ato, com mudança no seu tom e passagens não explicadas e tão pouco verossímeis, no sentido a que se aplicam.



QUE VENHA LOGO X-Men Origins: Wolverine

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7 de julho de 2008

MUNDO MODERNO 6


* Direto daqui

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LAYOUT

Descobri que devo sofrer de algum tipo de transtorno! Troquei o visual do blog NOVAMENTE!

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2 de julho de 2008

DESABAFO

Momento “Meu Diário”:

Posso falar? Ando cansado, sabe? Meio de saco cheio de tudo e todos (tá, nem todos). Tenho que me mudar NOVAMENTE, pois o cara com quem divido o apartamento entrou em uns lances de querer ficar sozinho e tals.

Sério, eu não fico chateado com isso! Mas, sabe aquele lance de querer fixar os pés em um lugar, ter endereço fixo e essas coisas? Então, fico CAN-SAN-DO só de pensar em começar a procurar outro canto.

Coloquei anúncio na Internet e tudo. Aí, alguém viu meu telefone e me liga para perguntar “se estou procurando um lugar para morar”, oi? eu coloquei um anúncio, né? enfim, eu super acreditando que já estaria colhendo os frutos de minha iniciativa, o interlocutor do outro lado da linha solta:

- Então, o senhor não precisa mais se preocupar com aluguel e lugar para morar (medo), pois vou estar te oferecendo (mais medo) um consórcio (SIM, um CON-SÓR-CIO) do nosso grupo que resolverá todos os seus problemas!! (SÉRIO, pareceu comercial dos produtos Tabajara)

Bem, lóóóógico que eu caguei para o que ele tinha para oferecer e desliguei. Saco, né?

Olha, eu já estou com 27 anos (quase 30) e já estou ficando de saco cheio das coisas da minha vida serem ou SEMPRE ficarem difíceis de resolver.

Algum dos meus (poucos) leitores sabe de algum lugar para morar? Pode ser um quartinho de fundo. Sou limpinho, educado e nem faço bagunça. Se alguém souber, escreve aê: rgoliveira.1981@gmail.com

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