1 de outubro de 2008

O CINEMA E O TEMA

O site AfterElton resolveu criar uma lista, definida por seus leitores, dos melhores filmes com a temática homossexual. Por isso, tomei a iniciativa de criar uma “listinha” particular com o mesmo tema.

Os filmes que compõem esta lista nada têm de diferente do que já é muito discutido e mostrado no cinema "tradicional". A diferença está apenas por mostrar relações e situações entre pessoas do mesmo sexo.

Por ter sido muito difícil escolher, resolvi selecionar filmes que tivesse um apelo mais “universal” – e não apenas para uma platéia homossexual. Assisti a todos esses filmes e de antemão recomendo cada uma dessas obras, além de pedir para aqueles que têm algum tipo de preconceito pelo tema, que os coloque de lado e tente dar uma oportunidade para cada um desses trabalhos. Estou certo que não irão se arrepender.

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Delicada Atração

(Beautiful Thing – Reino Unido, 1996)

Drama. 87 min. Direção: Hatt MacDonald. Estrelando: Scoot Neil, Glenn Barry, Julie Smith, Linda Henry, Meera Syal

O filme inglês, Delicada Atração (Beautiful Thing), dirigido por Hettie McDonald, é o preferido por 9 entre 10 gays que acreditam que sim, pode existir romance e amor entre iguais. McDonald foi a primeira mulher a dirigir uma peça de teatro no West End londrino, trabalhando em produções famosas como Sonhos de Uma Noite de Verão e Casa de Bonecas. Em Delicada Atração, a delicada direção de Hettie nos mostra Ste e Jamie, dois adolescentes vizinhos em um prédio de classe operária no subúrbio de Londres.

Num conjunto residencial da Inglaterra, um adolescente problemático chamado Ste (Scott Neal) atravessa umas séries crise familiares, sendo surrado freqüentemente por seu pai e seus irmãos mais velhos. Deprimido, ele acaba buscando refúgio na casa de um colega da vizinhança, Jamie (Glen Berry). Aos poucos, irá surgir um inesperado romance entre os dois rapazes.

Filme de estréia da diretora inglesa Hettie MacDonald, "Delicada Atração" foi premiado pelo júri no Festival Internacional de Cinema de São Paulo de 1996. Baseado numa peça de Jonathan Harvey.


Minha Adorável Lavanderia

(My Beautiful Laundrette – EUA, 1985)

Drama. 128 min. Direção: Stephen Frears. Estrelando: Saeed Jaffrey, Roshan Seth, Daniel Day-Lewis, Gordon Warnecke, Derrick Branch.

Sucesso de crítica, Minha Adorável Lavanderia, filme indicado ao Oscar de Melhor Roteiro em 1986, é baseado num popular romance de autoria do escritor Hanif Kureishi. Dirigido pelo talentoso e premiado diretor Stephen Frears (A Rainha, Ligações Perigosas), o longa traz o ganhador do Oscar Daniel Day-Lewis (Meu Pé Esquerdo) no papel do Johnny, um jovem que se torna amigo de um paquistanês chamado Omar (Gordon Warnecke).

Radicado na Inglaterra, Omar recebe a missão de cuidar da lavanderia de seu tio. Mas ele não imaginava os problemas que passaria a enfrentar. Sem dinheiro, mas com ótimas idéias para o negócio prosperar, Omar pede dinheiro emprestado a um traficante e convida o amigo Johnny, para trabalhar com ele. Até que o inesperado acontece: Omar e Johnny apaixonam-se um pelo outro.

Uma história que tem como cenário uma Londres desprovida de glamour e que mostra-se ácida quando se depara com o que pra ela é "diferente". Um belo filme.


Garotos de Programa

(My Own Private Idaho - EUA, 1991)

Drama. 102 min. Direção: Gus Van Sant Estrelando: River Phoenix, James Russo, Keanu Reeves, William Richert, Rodney Harvey, Chiara Caselli, Grace Zabriskie, Michael Parker, Jessie Thomas, Tom Troupe, Udo Kier

River Phoenix e Keanu Reeves são as estrelas desta impressionante história do diretor Gus Van Sant (Gênio Indomável) a respeito de dois jovens garotos de programa que ganham a vida nas ruas. Mike Waters é um sensível narcoléptico que sonha com a mãe que o abandonou enquanto vive às voltas com Scott Favor, obstinado filho do prefeito de Portland e seu grande objeto de desejo.

Navegando em um mundo volátil de viciados, ladrões e mendigos, Mike leva Scott em uma jornada direto das ruas para as estradas abertas da América em busca de um lugar distante chamado "lar". Inovador e visualmente surpreendente, Garotos de Programa traz um olhar único a respeito do amor sem limites e da vida à margem da sociedade.




Minha Vida em Cor-de-Rosa

(Ma vie en rose - França, Bélgica, Inglaterra, 1997)

Comédia, Drama. 88 min.Direção: Alain Berliner Estrelando: Michèle Laroque, Jean-Philippe Écoffey, Hélène Vincent, Georges Du Fresne, Daniel Hanssens, Laurence Bibot, Jean-François Gallotte, Caroline Baehr, Julien Rivière

Ma Vie en Rose, produção franco-belga, do diretor belga Alan Berliner. O longa, de 1997, conta a história de Ludovic, um menino que pensa que é uma garota e age como tal. A família não sabe como agir com o filho, que recebe olhares indignados da vizinhança e dos amigos. Com o passar do tempo, entretanto, as pessoas aprendem a conviver com seu jeito diferente.

Ele cresce imaginando que nasceu no corpo errado: na verdade, acredita ser uma menina. Logo na primeira seqüência, aparece em uma festinha promovida pelos pais para atrair a nova vizinhança em um lindo vestidinho. A impressão e o mal-estar não saem das cabecinhas dos vizinhos, que começam a pressionar e ridicularizar o garoto.

A rejeição se estende aos pais, aos colegas e a qualquer um que se aproxime de um sintoma de homossexualidade tão latente. Ludovic refugia-se do tormento em um mundo róseo, onde só cabem a boneca Pam, uma Barbie espevitada, e o apoio afetivo da avó (Helene Vincent).

O filme fez sucesso nos festivais gays e em mostras de cinema, pois apesar de seu enfoque engraçado, sublima uma mensagem mais que edificante de convivência com as diferenças.


Maurice

(Idem- Inglaterra, 1987)

Drama. 140 min. Direção: James Ivory Estrelando: James Wilby, Hugh Grant, Rupert Graves, Denholm Elliott, Simon Callow, Billie Whitelaw, Barry Foster, Judy Parfitt, Phoebe Nicholls, Patrick Godfrey (1), Mark Tandy, Ben Kingsley, Kitty Aldridge, Helena Michell, Catherine Rabett.

Maurice (lançado no Brasil e em Portugal sob o título original) é um filme britânico de 1987, do gênero drama, dirigido por James Ivory, com roteiro baseado no romance homônimo de E. M. Forster.

Após ser apresentado a Lord Risley em uma de suas aulas, Maurice Hall, jovem estudante de Cambridge, é convidado a participar de um clube privado de discussões. Em busca do local onde seria realizado o encontro, conhece Clive Durham, e os dois tornam-se imediatamente amigos inseparáveis. À medida que se tornam mais íntimos, ambos percebem que estão se apaixonando, mas evitam confessar a natureza de seus sentimentos, uma vez que a homossexualidade, além de socialmente condenada, ainda era considerada crime na Inglaterra no século XIX.

Apesar de ter recebido resenhas relativamente elogiosas da crítica especilizada, o filme não teve uma carreira tão positiva no ponto de vista comercial. Muitos sugerem que, ao menos em parte, isto se deveu à natureza polêmica do tema - os conflitos de identidade sexual de um jovem inglês no final do século XIX - razão que, aliás, já levara o próprio escritor a determinar que o romance só pudesse ser publicado postumamente.

Maurice também impulsionou a carreira de Hugh Grant, que após interpretar a personagem de Clive Durnham passou a atuar com mais intensidade no mercado cinematográfico europeu, trabalhando com diretores tais como Nicolas Klotz, Gonzalo Suárez e Roman Polanski. O filme conta ainda com diversos coadjuvantes de luxo, tais como Ben Kinsgley, Dernholm Elliot e Simon Callow.


Crazy – Loucos de Amor

(Crazy – Canadá, 2005)

Drama - Comédia. 127 min.Direção: Jean-Marc Vallée Estrelando: Elenco: Michel Côté, Marc-André Grondin, Danielle Proulx, Émile Vallée, Pierre-Luc Brillant, Maxime Tremblay, Alex Gravel, Natasha Thompson, Johanne Lebrun, Mariloup Wolfe, Francis Ducharme, Hélène Grégoire, Michel Laperrière, Jean-Louis Roux, Mohamed Majd.


C.R.A.Z.Y. conta a história de dois casos de amor. Um amor de um pai pelos seus cinco filhos e o amor de um filho pelo pai. Um amor tão forte capaz de fazê-lo viver uma mentira. Os Beaulieu formam uma família de pessoas comuns em busca da felicidade. O filme os acompanha por algumas décadas, em três períodos distintos: 1967-1968, 1974-1975, 1980-1981.

Formada por cinco filhos, o único da família que tem um destino particular é Zachary, o Zac, que sua mãe vê como possuidor de dons especiais. Os eventos que atravessam a vida de Zac parecem mesmo obra de Deus, têm qualquer coisa de sobrenatural. Mas apesar do lado místico e fantasioso, o filme não se atém apenas a seus poderes, acompanha o combate que Zac trava contra sua natureza e mesmo contra Deus, o conflito sobre sua identidade sexual e a luta por ser “normal” e aceito pelo pai. A música assume papel de destaque na narrativa.

A própria força de Zac surge através dela. Na adolescência, tornar-se um roqueiro foi a única maneira que encontrou para expressar sua diferença. Ele necessita desse imaginário proporcionado pela música para sobreviver e para permitir à sua alma respirar, como num instante de sonho. Todas as canções dos anos 70 representam mais que um fundo musical: as personagens do filme não se contentam apenas em entendê-las; vivem com elas.

Na família Beaulieu, a música parece ter um poder mágico. Entre elas, “Space Odity”, de David Bowie, Pink Floyd, Rolling Stones e especialmente, a canção "Crazy", de Patsy Cline. Com roteiro assinado por Jean-Marc Vallée e François Boulay, inspirado em suas próprias experiências, o longa procura, através da história dessa família, passar uma mensagem otimista sobre a vida, positiva e feliz.


Meninos Não Choram

(Boys Don't Cry - EUA ,1999)

Drama. 118 min. Direção: Kimberly Peirce Estrelando: Hilary Swank, Chloë Sevigny, Peter Sarsgaard, Brendan Sexton, Alison Folland

Baseado na história real de Teena Brandon, Meninos Não Choram (Boys Don't Cry) relata a juventude de uma jovem garota que decide assumir sua homossexualidade, mas para fugir do preconceito e negação da sociedade, adota nova identidade, transformando-se no garoto Brandon. Com isso, nos Estados Unidos, surge um ser com uma vida dupla extraordinária, que vive um triângulo amoroso complicado e que é vitima de crime que abalaria o interior do país.

Em Lincoln, sua terra natal, Brandon Teena era uma pessoa diferente, envolvido numa crise pessoal que o assombrou durante toda a sua vida. Como muitos jovens, ele cometeu erros e, quando Brandon impõe-se entre seu novo amor, Lana, e o amigo dela, John (Peter Sarsgaard), o mistério desdobra-se em violência.

Em sua vida singular e curta, Brandon Teena foi, ao mesmo tempo, um amante arrebatador e um forasteiro preso numa armadilha, um "ninguém" empobrecido e um sonhador elaborado, um ladrão audacioso e a vítima trágica de um crime injusto.

Meninos explora as contradições da identidade e juventude americana através da vida e da morte de Brandon. Através de um caos de desejo e assassinato, surge a história de um jovem americano à procura do amor, de si mesmo e de um lugar para chamar de lar.

Uma história verdadeira sobre esperança, medo e a coragem de ser você mesmo,o longa reconhecido como "Um dos Melhores Filmes de 1999" pela National Board of Review. Aclamado pela crítica, com duas indicações ao Oscar e dois Globos de Ouro, este drama conta ainda com as incríveis performances dos novos talentos Hilary Swank e Chloë Sevigny.


Bent

(Idem– Inglaterra, 1997)

Drama. 109 mim. Direção: Sean Mathias Estrelando: Lothaire Bluteau, Clive Bluteau, Clive Owen, Brian Webber, Jude Law, Mick Jagger

Baseado em peça escrita por Martin Sherman, Bent relata o drama dos homossexuais na época áurea do nazismo na Alemanha, onde o pano de fundo deste trabalho é a Berlin dos anos 30, algo deixado bem claro na sua fortíssima seqüência inicial.

Na noite que ficou conhecida como "A Noite dos Punhais", no Greta´s, um cabaré pertencente a Greta/George (Mick Jagger, travestido, num trapézio, participação digamos que inusitada), somos apresentados a Max (Clive Owen) e Rudi (Brian Webber), participantes de um bacanal que estabelece o tom decadente da cidade. Mathias filma esta abertura como uma rave moderna, demente e promíscua. E preferi entender que há esse clima de orgia e festa tão marcados, quase exagerados para que haja um contraste no decorrer do filme. Para que se estabeleça uma ruptura de atmosferas.

É a partir desta noite que a história se situa e acontece a perseguição implacável da SS à comunidade gay de Berlin, composta por "vermes" que deveriam ser extirpadas brutalmente da sociedade alemã. Aos poucos, somos informados que, na hierarquia do holocausto, era preferível ter a estrela de Davi (utilizada em judeus) no peito do que o triângulo cor-de-rosa, reservado aos homossexuais. Nesta situação limite, Max e Rudi partem para o exílio.

Com esta idéia básica de amor X opressão, Bent nos apresenta duas leituras: a primeira oferece uma metáfora para a situação marginalizada do homossexual na sociedade, normalmente obrigado a esconder sua orientação sexual e comunicá-la, entre eles próprios, através de códigos.

Numa segunda leitura, o filme transcende as barreiras de sexo e gênero, funcionando num nível filosófico mais elevado, deixando de ser simplesmente um filme gay, mas passando a ser forte o suficiente para falar a todos. Chega a ser comovente o estado de opressão extrema que Max e Horst são obrigados a enfrentar, especialmente ao comunicarem-se clandestinamente em situações extremas. A cena em que os rapazes fazem amor somente usando palavras, sem sequer se tocarem, é uma grande cena do cinema. Uma grande cena da literatura teatral mundial. E uma linda história de amor.


Plata Quemada

(idem - França, Espanha, Argentina, Uruguai, 2000)

Drama. 125 min. Direção: Marcelo Piñeyro. Estrelando: Eduardo Noriega, Leonardo Sbaraglia, Leticia Bredice, Ricardo Bartis, Carlos Roffe, Héctor Alterio


Baseado em uma história real, Plata Quemada narra o espetacular crime ocorrido em 1965, que manteve dois países como reféns do terror por dois meses.

Conhecidos como "Os Gêmeos", Angel e Nene são dois amigos inseparáveis. Dois matadores que assaltam o caminhão que transporta os pagamentos da cidade de San Fernando. São sete milhões em jogo.

Depois do crime eles decidem fugir para o Uruguai até que passe a febre dos policiais sedentos por vingança. Lá, se escondem em um apartamento emprestado por um mafioso, sabendo que não devem aparecer enquanto esperam documentos fraudados para fugir ao Brasil. Porém, os documentos não chegam, eles não agüentam a clausura e na noite uruguaia, cada um sairá em busca de sua sorte.

O filme mostra a intensa intimidade da relação entre os dois ladrões que se conhecem no banheiro de uma estação de trem e, desde então, passam a ser companheiros em tudo: nos planos de assalto e na cama. Plata Quemada é uma história de amor, desencontros e solidão que se unem, em vidas levadas ao limite.


Querelle

(Idem - Alemanha, 1982)

Drama. 108 min. Direção: Rainer Werner Fassbinder. Estrelando: Brad Davis, Franco Nero, Jeanne Moreau , Gunther Kaufmann, Hanno Poschl.

Filmado com uma clara referência as pinturas de George Quaintance e pela escola surrealista de artistas como Giorgio de Chirico e Salvador Dalí, uma obra marcada por desenhos de marinheiros mal vestidos e permeado pelos ácidos tons amarelo e laranja, um grande filme tomou corpo. Falo de Querelle . Último longa do diretor Rainer Werner Fassbinder (que faleceu devido a uma overdose de drogas logo após a conclusão das filmagens) e adaptado a partir do romance Querelle de Brest, obra do autor francês Jean Genet.

Com o enredo centrado na história do jovem marinheiro francês Querelle, quando este chega a Brest e começa a freqüentar um estranho bordel. Ele acaba descobrindo que o seu irmão é o amante da dona, Lysiane. Quem, neste lugar, aceitar uma disputa de jogo de dados com o famoso Nono, marido da dona do bordel, e ganhar, faz amor com Lysiane. Mas, no caso de derrota, faz sexo com Nono. Porém é extremamente nítida a vontade de Querelle em querer perder esse jogo.

Trata-se de um filme diferente, tanto na sua concepção quanto no seu conteúdo. O cenário é visivelmente gravado em estúdios. Gerando assim, uma pertinente teatralização para a história. Com a luz que recai sobre os atores, esta enfatiza o aspecto sombrio em torno dos personagens e consegue nos envolver naquela atmosfera carregada ao extremo pelo erotismo.

Aborda de maneira corajosa, para a época, o tema da homossexualidade (período onde inúmeros casos de AIDS começaram a pipocar na mídia, onde ainda “creditavam este vírus como doença de Gays”) sendo provocador àqueles que discriminam os que são favoráveis a esta orientação.

Com a frases "todo homem mata aquilo que ama", temos a máxima que pontua a subversão desse filme. Há um crime, que termina por envolver várias pessoas, as que desembarcaram no porto, e as que vivem ali. Quem morreu? Quem matou? O que tem Querelle com toda essa história? Pontas abertas que nos levam a reflexão.

No decorrer do filme podemos observar e constatar a transformação de um jovem garoto em um homem. Com isso, Querelle acaba subvertendo a ordem de um jeito que encanta.

A visão que Fassbinder nos ofecere é do ponto de vista de personagens marginalizados. A vida em cantos obscuros vista e questionada por personagens mais obscuros ainda. No decorrer do filme podemos observar um jovem garoto que se transforma em um homem. Querelle acaba subvertendo a ordem de um jeito que encanta.

Com excelentes interpretações de Brad David como Querelle, de Franco Nero como Tenente Seblon e de Jeanne Moureau no papel de Lysiane. (Por sinal a única mulher do filme. Seria alguma referência Freudiana?)



10 deixaram seu recado:

Maria Carolina 1 de outubro de 2008 11:07  

Muito bom. Já assisti alguns... E você acertou em cheio ao indicar filmes que não sejam especificamente para os gays/lésbicas e sim de interesse geral.

Diógenes de Souza 1 de outubro de 2008 11:47  

O layout ficou ótimo! Enfim, adorei as dicas, estava precisando de nomes de filmes para assitir, apesar de alguns deles eu já ter visto; outros vou baixar logo, logo. :P

Too-Tsie 1 de outubro de 2008 13:31  

tá aceitando sugestões? não é de post, é de filme, mas nada impede de fazer um post por causa dos filmes né? hihi


20 centimetros, se você gosta de musical, é um espanhol MARA.

o beijo hollywoodiano de Billy: filme bonitinho, com a louca do Jack de Will & Grace no começo da carreira. a trilha é fofa também, com muita Petula Clark.

Serginho Tavares 1 de outubro de 2008 15:24  

gostei da lista
bem diferente das que vemos por ai
vou ver se consigo ver alguns desses filmes que ainda não vi...

beijos

Estefanio 1 de outubro de 2008 21:40  

Plata Quemada é algo umidificante neam? Da pra ficar pensando num menage o filme todo!
E CRAZY eh taaao legal, me identifiquei horrores com akela viadagem toda na infancia!

Zeitgeist_Sylphide_Gamzatty 2 de outubro de 2008 18:49  

Oi

A lista está deliciosa. Duas sugestões para a sua lista seriam o filme Velvet Goldmine (que, em linhas muito gerais pode-se dizer que trata do glam rock) e o filme Julia (com Jane Fonda, de 1977):suave e bonito. E é claro, " Antes do Anoitecer" com o belíssimo Javier Bardem.

Anônimo,  4 de outubro de 2008 07:23  

Se vc tiver possibilidade, fale sobre O PADRE e THE SUM OF US - este último tem o Russel Crowe num grande papel - espero seu comentário - José (Guarulhos)

Klero 5 de outubro de 2008 12:53  

nossa, eu não saberia escolher os meus... mas sua lista está bem mais seletiva do que a do site, que tem até "eating out". afffff

Momentum 5 de outubro de 2008 23:06  

Ficaram faltando "Latter Days" e "Cachorro"...

Too-Tsie 9 de outubro de 2008 10:49  

Ano passado eu vi um filme gay coreano, não chega a ser um filmaço, mas é curioso ver como o preconceito rola em um país tão incomum nosso:

Like a Virgin (sim, tem a ver com a Madonna)

E mais 2 espanhóis louquíssimos:
Chuecatown e Reinas.

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