8 de julho de 2008

HANCOCK

O diretor Peter Beger, conhecido pelos terríveis Uma Loucura de Casamento e Bem-Vindo à Selva, além do fraco - e recente - O Reino, volta ao circuito com uma mistura de comédia e drama existencial no mediano Hancock (EUA, 2008).

O filme, encabeçado pela (sempre eficiente) persona de Will Smith, narra à história de um super-herói alcoólatra a amargurado que perde sua popularidade entre aqueles que protege quando suas tentativas de resgate e salvamento acabam resultando em desastres, muitas vezes, maiores do que aqueles que teoricamente deveria evitar. Entretanto, após salvar Ray Embrey (Jason Bateman), um agente de relações públicas, ele se oferece para ajudá-lo e, com isso, melhorar sua imagem.

Seguindo todos os itens da cartilha hollywoodiana, durante seus 92 minutos de duração, o longa mostra-se um amontoado de clichês, efeitos especiais e tiradas (supostamente) engraçadas, o que acabam tornando, o mesmo, mais previsível possível.

Com um início que empolga e uma premissa interessante – um herói à margem de uma sociedade que prima pelo “politicamente correto” e seus conflitos internos – o filme torna-se enfadonho e cansativo a partir de seu segundo ato, com mudança no seu tom e passagens não explicadas e tão pouco verossímeis, no sentido a que se aplicam.



QUE VENHA LOGO X-Men Origins: Wolverine

3 deixaram seu recado:

Clebs 8 de julho de 2008 23:17  

Não tinham outro nome para dar à personagem...

Por que né? HanCOCK tá mais para nome de brinquedo erótico gay.

Serginho Tavares 9 de julho de 2008 15:00  

digo o mesmo: QUE VENHA LOGO X-Men Origins: Wolverine!

BEIJOS.

MMA 10 de julho de 2008 12:31  

Hummm... o filme é interessante, vale como entretenimento, mas realmente, como você comenta, ele segue para algo muito fantástico. Diverte, mas não empolga.

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